PUC Livre! Ano 3
  
Remember, Christina Rossetti
Remember me when I am gone away,
Gone far away into the silent land;
When you can no more hold me by the hand,
Nor I half turn to go yet turning stay.
Remember me when no more day by day
You tell me of our future that you plann'd:
Only remember me; you understand
It will be late to counsel then or pray.
Yet if you should forget me for a while
And afterwards remember, do not grieve:
For if the darkness and corruption leave
A vestige of the thoughts that once I had,
Better by far you should forget and smile
Than that you should remember and be sad.
 
Courage, Anne Sexton
It is in the small things we see it.
The child's first step,
as awesome as an earthquake.
The first time you rode a bike,
wallowing up the sidewalk.
The first spanking when your heart
went on a journey all alone.
When they called you crybaby
or poor or fatty or crazy
and made you into an alien,
you drank their acid
and concealed it.

Later,
if you faced the death of bombs and bullets
you did not do it with a banner,
you did it with only a hat to
comver your heart.
You did not fondle the weakness inside you
though it was there.
Your courage was a small coal
that you kept swallowing.
If your buddy saved you
and died himself in so doing,
then his courage was not courage,
it was love; love as simple as shaving soap.

Later,
if you have endured a great despair,
then you did it alone,
getting a transfusion from the fire,
picking the scabs off your heart,
then wringing it out like a sock.
Next, my kinsman, you powdered your sorrow,
you gave it a back rub
and then you covered it with a blanket
and after it had slept a while
it woke to the wings of the roses
and was transformed.

Later,
when you face old age and its natural conclusion
your courage will still be shown in the little ways,
each spring will be a sword you'll sharpen,
those you love will live in a fever of love,
and you'll bargain with the calendar
and at the last moment
when death opens the back door
you'll put on your carpet slippers
and stride out.


Escrito por PUC Livre às 01h24
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Amnésia seletiva

 

 

Esta é a melhor descrição de uma das, várias, jabuticabas  de Perdizes: o membro da comunidade puquiana que esquece de mencionar sua filiação a Universidade em publicações acadêmicas  e   entrevistas/ participações em diferentes mídias. Naturalmente, ele é sempre inocente, o culpado, invariavelmente, é o jornalista que sempre esquece de mencionar sua filiação a PUC, optando pela outra instituição. Culpado ou inocente, o fato é que esta prática não agrada nem um pouco aos nossos alunos, mas  não parece incomodar  os nossos gestores acadêmicos.

 

Em um setor altamente competitivo, como é o caso do ensino superior, é no minímo  estranha a tolerância para com este tipo de comportamento. Não é muito dificil perceber o óbvio: a Universidade está, simplesmente,  financiando a concorrência.   

 

O Editor(antonio carlos)

 



Escrito por PUC Livre às 00h24
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Faculdade privada perde alunos e quer auxílio do BNDES

Levantamento feito pelo sindicato das universidades privadas de São Paulo aponta que 41,5% das instituições terão um volume menor de novos alunos (ingressantes) neste ano em relação ao ano passado. Segundo a entidade, a redução é reflexo da crise econômica.
Será a primeira vez desde 1996 que as escolas privadas do Estado sofrerão tal redução, se for confirmada a diminuição (a ser oficializada com a tabulação do Ministério da Educação).
"Nosso alunado é formado em sua maioria de aluno-trabalhador. Em qualquer problema de desemprego, dele ou de algum integrante da família, ele desiste do curso superior", afirma o presidente do Semesp (sindicato das instituições particulares), Hermes Figueiredo.
De acordo com o IBGE, o número de desempregados na região metropolitana de São Paulo aumentou 32% entre dezembro e janeiro.
A pesquisa do Semesp foi respondida por 266 instituições, 69,5% do total de São Paulo. Apenas 26,8% afirmaram que terão mais ingressos neste ano.
"A redução é preocupante. Menos alunos hoje significa menos alunos por quatro ou cinco anos [duração dos cursos]", disse o pesquisador Oscar Hipólito, do Instituto Lobo e ex-diretor do Instituto de Física da USP de São Carlos.
"A diminuição [dos novos alunos] desestrutura a instituição, pois muitos dos gastos são constantes. E, ao tentar cortar as despesas, pode haver perda de qualidade. Muitas, por exemplo, mandam embora os professores mais preparados, que têm melhores salários."

BNDES
Para tentar atenuar os efeitos da crise, o Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular solicitou ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) uma linha especial de financiamento, com recursos públicos, para a área.
As instituições pedem recursos com taxas menores do que as do mercado, tanto para capital de giro (manutenção dos cursos) quanto para investimento (ampliação e modernização da infraestrutura).
O banco já possui uma linha para financiar o investimento, mas o fórum pleiteia condições melhores. Já a linha para capital de giro seria inédita.
Segundo Hermes Figueiredo, o presidente do Semesp, desde que começou a crise econômica, no final do ano passado, as universidades têm encontrado dificuldade para fazer empréstimos bancários. E, quando conseguem, afirma, as taxas estão altas (foram de uma média de 1,5% ao mês no ano passado para 2% a 3% neste ano).
"Estamos com menos alunos, menos crédito e a inadimplência subindo. Precisamos de recursos para evitar, por exemplo, demissão de professores."
O banco não se manifestou ontem sobre a solicitação das universidades privadas.

"Falta de qualidade"
Antes mesmo da crise econômica, o ensino superior já passava por dificuldades pelo fato de o número de vagas ter crescido nos últimos anos muito mais que a demanda.
Entre os anos de 1997 e 2007, o número de instituições de ensino superior privadas do Estado passou de 266 para 496 (aumento de 86,5%).
Já o total de alunos no ensino médio teve queda -de 1,8 milhão para 1,7 milhão.
Para Carlos Monteiro, consultor em ensino superior, o setor passa por dificuldades porque não conseguiu se estruturar para permitir a permanência nas salas de aula da classe C, público disputado hoje por muitos cursos de graduação.
"A falta de qualidade em muitas instituições afasta o aluno. Um problema maior é a falta de opções de financiamento para quem tem dificuldade para pagar os estudos. São problemas estruturais. A crise financeira é apenas mais um problema."

Fonte: FSP



Escrito por PUC Livre às 12h29
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Camara aprova lei contra trotes, mas governo ameça vetá-la

O projeto de lei foi aprovado na última quarta-feira e proíbe os trotes violentos ou vexatórios.

Se virar lei, calouros não poderão ser obrigados nem mesmo a pedir dinheiro em semáforos, como ocorre nas grandes cidades.

Mas a proposta não fica só nisso: prevê punições administrativas e pedagógicas.

Um estudante envolvido em trotes poderá ser suspenso por um a seis meses ou até expulso da instituição, ficando proibido de retornar pelo prazo de um ano.

É aí que o projeto de lei 1.023/95 enfrenta a maior resistência.

O Ministério da Educação é contra.

Para o MEC, esse tipo de sanção bate de frente com a autonomia pedagógica das universidades.

O projeto ainda seguirá para o Senado. Se aprovado sem alterações, precisará ser sancionado pelo presidente Lula.

Como revelou na semana passada a coluna Panorama Político, do GLOBO, Lula deverá vetá-lo.

A impressão no governo é que os deputados quiseram surfar na onda da indignação popular com os trotes violentos ocorridos no interior de São Paulo, neste início de ano.

Na semana passada, a secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, dizia que ainda não discutiu o projeto internamente no ministério.

Mas ela não vê necessidade de uma lei específica para o assunto, já que o Código Penal prevê punições para lesões corporais e outros tipos de violência associados aos trotes:

- O trote violento já tem tipos penais previstos, não específicos para trote (mas que se aplicam a ele). Rigorosamente não se precisa de lei nova para punir.

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que aguarda orientação do Planalto sobre a matéria. Segundo ele, porém, o assunto deve ser mais discutido.

- É melhor debater um pouco mais para não aprovar o projeto de afogadilho, como reação (aos casos de trotes violentos ocorridos este ano no interior de São Paulo). Acho que existem outras formas de penalizar e de enquadrar dentro da própria legislação - diz Jucá.

Já o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que deve assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), não considera o projeto inconstitucional.

A CCJ é a comissão encarregada de dizer se a proposta é constitucional ou não.

O que diz Demóstenes:

- Então, se os estudantes resolverem fazer uma guerrilha no campus, ninguém vai poder fazer nada porque isso fere a autonomia universitária?

Feita essa ressalva, porém, ele próprio admite que o projeto talvez não seja necessário, porque já há punições previstas no Código Penal.

Com a palavra, o Senado.

Fonte: Demétrio Weber, O Globo



Escrito por PUC Livre às 00h08
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Contradição

A exigência de se avaliar os pedidos de departamentalização, em nome da regularização da situação contratual de alguns professores, contém contradições que precisam ser enfrentadas, sob pena  de  intensificar as restrições impostas aos demais.
Desde que ingressei no Centro de Educação em 1974,  participei na condição de representante das disciplinas específicas, dos embates  travados no ciclo básico; bem como da concepção do Plano Geral de Licenciatura (PGL), que ora se extingue; discuti o Projeto Institucional de Formação de Professores da Educação Básica (PIFPEB), e todos os ante-projetos que culminaram nas Diretrizes Nacionais para os Cursos de Pedagogia; fiz mestrado e doutorado na instituição, e leciono várias disciplinas.

Fonte: Apropucsp

Para ler o resto do artigo clique aqui 



Escrito por PUC Livre às 15h57
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Inadimplentes têm dificuldades para matrícula

Durante o período de efetivação de matrícula, uma série de estudantes inadimplentes procuraram a redação do PUCViva. A principal reclamação apresentada é a dificuldade de negociar a dívida de 2008 e conseguir pagar a matrícula de 2009 ao mesmo tempo. Isso faz com que muitos estudantes não consigam efetivar a matrícula, atrasando sua vida acadêmica e muitas vezes perdendo os respectivos estágios.
Segundo Magna Rocha Brandt, da SAE, cerca de 1.500 alunos fizeram a pré-matrícula em novembro e não a efetivaram em janeiro (a matrícula só é efetivada com o pagamento da mensalidade de janeiro). Porém, para ela nem todos os casos são de inadimplentes, já que o sistema ainda está em fase de transição e estruturação. Magna também informou que em novembro todos os alunos inadimplentes receberam uma proposta e negociação em três vezes. "Fizemos uma escala de acordo com o ano de matrícula e enviamos funcionários para Barueri e Santana para melhorar o atendimento e diminuir as filas", comenta. Os alunos que não consigam negociar em três vezes devem procurar a ouvidoria da universidade.
A coordenadora da SAE também garantiu que nenhum estudante inadimplente terá seu nome enviado ao CINEB - uma espécie de SERASA da educação, criado em outubro e em seguida proibido por lei. E os estudantes já formados que tenham débitos com a universidade também não terão diplomas ou documentos retidos.
O caso de uma estudante de Direito é emblemático. Ela teve dificuldades para pagar as mensalidades de 2008 e sua negociação foi quase impossível. A universidade propôs um débito à vista de metade da dívida e o parcelamento em duas vezes do restante. A aluna teria que depositar cerca de R$ 9 mil, metade da dívida. Sua família, após um esforço gigantesco, conseguiu o montante de R$ 8 mil, em dinheiro, mas a universidade não aceitou o pagamento. Depois de conseguir o montante requerido, dois possíveis   fiadores foram negados, sua avó por ter mais de 60 anos e seu irmão, já que seu salário não equivalia ao valor da dívida.

Serviço  Social
A faculdade de Serviço Social teve uma série de problemas com inadimplência, a coordenação do curso entendia que a questão era tão séria que a incluiu na construção da nova proposta curricular. Após uma série de discussões internas, foi encaminhada uma proposta de desconto nos órgãos da universidade. "A falta de bolsas gerava inadimplência, que gerava falta de procura ao curso", comenta Maria do Socorro Reis Cabral, diretora da faculdade. "Por isso, junto com o novo projeto pedagógico, propomos 20% de bolsas todos os semestres, além de redução nas mensalidades", continua. A professora ainda afirma que a nova proposta não reduziu os conteúdos do curso, eles apenas foram realocados. E mesmo com a iniciativa coletiva da faculdade, estudantes do curriculum antigo, que ainda pagam a mensalidade sem desconto, continuam inadimplentes.
Em um período de crise, com enxugamento salarial e cortes nas empresas, a tendência é que a inadimplência aumente. Bolsas integrais e descontos parecem ser a solução, muitos inadimplentes afirmam que  conseguiriam cumprir suas obrigações se tivessem bolsas parciais.
A rematrícula imediata dos inadimplentes foi uma das resoluções do Congresso Aberto do ano passado.

Funcionários têm problemas com bolsas
Também os funcionários relataram dificuldades para manutenção de suas bolsas. A diretoria da AFAPUC reuniu-se com o reitor Dirceu de Mello, em mais um de seus encontros mensais, e relatou casos de dificuldades para a obtenção da matrícula de funcionários em vários cursos da universidade. A AFAPUC também solicitou que um representante da reitoria esteja presente nas futuras reuniões que a entidade terá com a Fundação São Paulo para discutir o novo acordo interno da categoria.

Fonte: Apropucsp



Escrito por PUC Livre às 15h45
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  Dom Helder

Celebramos o centenário de nascimento de Dom Helder Pessoa Câmara, que tomou a alcunha de profeta nordestino, vivamente reconhecido no Brasil e no exterior. Por ocasião da visita do Papa João Paulo II, em 1980, no Recife, o Papa afirmou efusivamente: “Dom Helder é o amigo dos pobres. Por isso é meu amigo também”.

A obra de Dom Helder comporta, em primeiro plano, os seus gestos e iniciativas. Suas práticas podiam ser acompanhadas pelo que falava e escrevia. Inesquecíveis, gravadas no coração e na memória do povo, suas alocuções, pela Rádio Olinda, ficaram famosas. A voz do pastor ressoa em suas tiradas com saborosa e inigualável presença de espírito. À inteligência com que Deus o dotou acrescentava-se sempre o bom humor e a enérgica tenacidade de afirmar verdades irrefutáveis.

O pensamento ou o nome de Dom Helder foram utilizados por gente da esquerda e da direita, ora distorcendo a intenção dos seus pensamentos, ora manipulando-os a favor de uma ou outra ideologia tendenciosa. Na vida tudo vem a descoberto. Quem utilizou o nome e o pensamento de Dom Helder para justificar tendências suspeitas, entretanto, não conseguiu praticar o que ele praticou. Houve quem quis imitá-lo. Utilizando-se dos ditos do profeta, reduziram-nos a uma falácia. Assim como produtos piratas, toda imitação tem pouca credibilidade, nenhuma consistência e dura quase nada.

A obra de Dom Helder, o profeta, permanece no espírito e nas atitudes fundamentais daqueles que seguem de perto Jesus Cristo e procuram vivenciar os valores do seu Reino de amor, justiça e paz. Como todo profeta, foi incompreendido por muitos e seguido por multidões. Um dos sinais do verdadeiro profeta é o discernimento, não a adivinhação.

Geralmente, o que acompanha o autêntico profeta é a visão magnânima sobre o presente, investindo no futuro melhor. O profeta genuíno possui, antes de tudo, uma perspectiva de fé e de esperança que não decepciona, nem o deixa cair no desânimo nem permite que as pessoas se desencorajem. Para além do cumprimento da profecia encontra-se a abertura de perspectivas e de iniciativas coerentes, baseadas em valores perenes e não em modas peregrinas.


Há algumas afirmações de Dom Helder que ilustram tudo o que estamos querendo dizer. Uma delas é esta: “Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo”. Outra é característica de um lutador, que começa a vencer o seu próprio egoísmo para servir aos outros: “Somente as grandes humilhações nos levam ao recesso íntimo de nós mesmos, lá onde as fontes interiores nos banham de luz, de alegria e de paz”. Para completar, ainda um terceiro pensamento: “As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leve-as no coração”.

Dom Aldo Di Cillo Pagotto

Fonte: CNBB



Escrito por PUC Livre às 01h32
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As convenções são nossas grandes conquistas

 

As convenções coletivas de trabalho da educação básica e do ensino superior em vigor são duas grandes conquistas de nossa categoria. Entre vários direitos que elas garantem a todos os professores que trabalham em instituições de ensino da rede privada de São Paulo, está o reajuste salarial. Já sabemos como o índice será calculado (a média dos três principais índices inflacionários e aumento real de 1,2%) e quando deverá ser aplicado: 1º de março, nossa data-base.

“O fato dos professores em assembleia terem autorizado o Sindicato a assinar as convenções em 2008 com validade por dois anos faz com que a partir de março agora já tenhamos o reajuste. Precisamos ficar atentos à aplicação dos reajustes como as normas coletivas determinam”, alerta Luiz Antonio Barbagli, presidente do SINPRO-SP.

Não há qualquer tipo de argumento que as escolas possam utilizar para não pagar o reajuste aos professores. “As mensalidades foram reajustadas no ano passado em torno de 10%. Portanto, já foi feita a provisão para o reajuste dos professores. Afinal, esse não é um dos argumentos usados pelas instituições para justificar o aumento nas mensalidades?”, pondera Barbagli. Ele ainda enfatiza: “quando receber o holerite de março, o professor deve checar com muita atenção se o reajuste foi aplicado corretamente. Caso contrário, será necessário avisar o SINPRO-SP para que todas as medidas sejam tomadas”.

O percentual exato do reajuste será divulgado tão logo a inflação de fevereiro for anunciada pelo DIEESE (ICV), pelo IBGE (INPC), e pela FIPE (IPC). A previsão é de que isso aconteça em meados de março. Acompanhe o site e as próximas edições do Boletim do Professor.

Mais de 50 garantias
Apesar de o reajuste salarial ser uma das principais preocupações da categoria, os professores não podem se esquecer que as convenções coletivas reúnem um conjunto complexo e detalhado de direitos.

Tanto na educação básica como no ensino superior são mais de 50 cláusulas que garantem muitas coisas, como a a garantia semestral de salários, hora-atividade, recesso escolar, bolsa de estudo para os filhos e a garantia ao professor em vias de aposentadoria, entre outras.

“Recomendamos que os professores consultem as cláusulas pelo site (www.sinprosp.org.br) do Sindicato ou que mantenham os cadernos das convenções sempre por perto. Assim vão estar sempre atentos aos seus direitos, conhecer todas as garantias”, explica o presidente do SINPRO-SP. E conclui: “o documento que temos em mãos é resultado de muita luta da categoria, por isso deve ser fortemente defendido”.

Fonte: Opinião da Diretoria, Sinpro-SP



Escrito por PUC Livre às 01h16
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 Protesto estudantil na  New York University

A two-day protest at New York University ended Friday afternoon when several dozen students left a cafeteria they occupied -- without having the university meet any of their demands, which ranged from more financial aid to the release of more information about the endowment and budget to scholarships for Palestinians. NYU announced that it would suspend 18 students and the university blasted the way the protest was run. “Despite the protesters’ stated principles that the protest was to be non-destructive and non-violent, the protesters, despite specific warnings to stay off the Kimmel Center balcony, broke the lock to gain access to the balcony. The protesters also injured an NYU security officer during a scuffle. These actions dishonor NYU’s commitment to free exchange of ideas, reasoned debate, and legitimate forms of protest,” said a university statement. Take Back NYU, the group that organized the protest, issued its own statement, claiming victory. “No doubt NYU will begin attempting disciplinary action, but no suspensions, expulsions or arrests can contain what began in the last two days. This fight will carry on in the hands of the dozens of people who made it inside, and the hundreds more who came out to support the occupation. NYU showed its irrational need to defend secrecy and its exclusive hold on power, and that alone will drive this movement forward,” said the statement. While the protest drew hundreds of supporters outside, it is not clear that most students backed the movement. An editorial in The Washington Square News, the student paper, said that it was “hardly democratic for this small, self-selected group to speak on behalf of the entire university,” criticized the breadth of demands (while applauding some of them), and called the protest “a catered, self-indulgent dance party.”

Fonte:insidehighered



Escrito por PUC Livre às 00h19
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Entrevista com  Ciro Correia, presidente do ANDES-SN

- Como você avalia os resultados do 28º Congresso?

- Minha avaliação é positiva. Tivemos 51 seções sindicais e 248 delegados de 24 estados, 29 observadores e seis convidados. Foram mais de 280 pessoas participando ativamente das atividades. Ficou claro, nas plenárias e nas resoluções tomadas, que grande parte dos participantes havia avaliado previamente os textos que foram debatidos. Conseguimos consolidar um Plano de Lutas que prevê uma atuação mais incisiva nas questões particulares ao movimento docente e da classe trabalhadora como um todo.

 

- Nessa perspectiva, a continuidade da construção da reorganização dos trabalhadores em parceria com outras entidades é um ponto importante, não é?

- Sim. Continuaremos contribuindo e trabalhando em conjunto com outras entidades dos movimentos sociais, sindical e popular com perspectiva classista, no sentido de não permitir que as mazelas da crise do sistema capitalista, que sempre organiza a sociedade beneficiando uma pequena parcela dela em detrimento da maioria da população, sejam impostas à classe trabalhadora.

 

Acertadamente, o congresso apontou na direção de fortalecer os vínculos do ANDES-SN com as demais categorias do serviço público na questão específica da educação, inclusive das condições de trabalho nas universidades. Referendou, ainda, agendas e programas que essas entidades estabeleceram no Fórum Social Mundial 2009, em particular a ação coordenada pela Conlutas de lutar junto com outras correntes do setor classista, como a Intersindical e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra. Essa ação também congrega setores de oposições sindicais e outros ligados até mesmo à CUT, que começa a tomar consciência de que será preciso a unificação das nossas lutas para que os trabalhadores não sejam os principais prejudicados pela atual crise.

 

- A validação das ações da diretoria em defesa do ANDES-SN significa que o sindicato continuará no mesmo rumo?

- Houve o entendimento de que as nossas ações em defesa da liberdade de organização sindical foram acertadas e que conseguiram aumentar a compreensão da arbitrariedade da suspensão do registro sindical do ANDES-SN em 2003 na universidade, na sociedade, no parlamento e em setores do próprio governo. Os efeitos dessa ação estão em curso, é preciso continuar nessa iniciativa, mas é hora de canalizar as ações do Sindicato na defesa histórica das pautas para a educação e para a questão das condições de trabalho nas nossas universidades. Embora aqui e ali existam programas de ampliação da infraestrutura instalada e da ampliação de quadros, eles não correspondem a um programa que trate do sistema universitário público como um todo. Tampouco têm segurança orçamentária para as diferentes etapas de sua implantação. É preciso enfrentar a necessidade de financiamento adequado, autonomia universitária e das ações para implementar esse tipo de luta

 

Para ler o resto da entrevista clique aqui



Escrito por PUC Livre às 00h12
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UNE e UEE-RJ colocam o bloco na rua neste Carnaval em defesa do meio passe para universitários

As fantasias e a animação confundem o Bloco da meia passagem com os foliões que invadem as ruas da cidade maravilhosa. Mas, mais do que curtir a folia do Carnaval, os estudantes cariocas querem chamar a atenção para a importância da Campanha em defesa do meio passe para universitários, lançada no início desta semana.

Ainda na fase de campanha eleitoral para prefeitos e vereadores, os estudantes se mobilizaram para reivindicar junto aos candidatos a assinatura de uma carta para o compromisso de aprovação do meio passe no transporte público para universitários. O então candidato, atual prefeito Eduardo Paes assinou o documento. Atualmente, apenas os estudantes secundaristas são atendidos por políticas para o transporte público como passe livre e meio passe em todo o estado.

Os universitários representados pela UNE e pela UEE-RJ advertem: "Agora é o momento de cobrar a reivindicação". A estratégia de ação da campanha se baseia na elaboração de cartazes e adesivos que serão fixados em ônibus, trens, barcas e metrô.

"Já demos início a nossa campanha com dois grandes atos no começo desta semana. Na terça, levamos nosso Bloco até a Universidade Castelo Branco e na quarta estivemos na UERJ. Nos dois dias organizamos grandes manifestações com intervenções culturais, distribuição de adesivos, colagem dos cartazes em ônibus e no metrô e também recolhemos 3 mil assinaturas para o abaixo assinado em defesa do meio passe para os universitários", relatou o presidente da UEE-RJ Daniel Iliescu.

Daniel informa que a campanha só termina quando o meio passe for aprovado. "O período de recepção dos calouros é o melhor momento para uma grande mobilização. O valor da tarifa onera e muito o orçamento dos estudantes que já têm muitos gastos. Vamos lutar para garantir que essa política de permanência seja garantida", disse.

O Bloco da meia passagem também promete também invadir com cara própria diversos outros blocos já tradicionais do Carnaval carioca como: Céu na Terra, Boitátá e Escravos da Mauá. No dia 28, na ressaca do Carnaval, o Bloco volta ao terreno das entidades na Praia do Flamengo, 132.

Fonte: Estudantenet



Escrito por PUC Livre às 11h01
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Mészàros descarta keynesianismo  e regulacionismo como saidas para a crise

Socialist Review – A classe dominante sempre é surpreendida por crises econômicas e fala delas como fossem aberrações. Por que você acha que as crises são inerentes ao capitalismo?

István Mészàros – Eu li recentemente Edmund Phelps, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia, em 2006. Phelps é um tipo de neokeynesiano. Ele estava, é claro, glorificando o capitalismo e apresentando os problemas atuais como apenas um contratempo, dizendo que “tudo o que devemos fazer é trazer de volta as idéias keynesianas e a regulação.”

John Maynard Keynes acreditava que o capitalismo era ideal, mas queria regulação. Phelps estava reproduzindo a idéia grotesca de que o sistema é como um compositor musical. Ele pode ter alguns dias de folga nos quais não pode produzir tão bem, mas se você olhar no todo verá que ele é maravilhoso! Pense apenas em Mozart – ele deve ter tido o velho e esquisito dia ruim. Assim é o capitalismo em crise, como dias ruins de Mozart. Quem acredita nisso deveria ter sua cabeça examinada. Mas, no lugar de ter sua cabeça examinada, ele ganhou um prêmio.

Se nossos adversários têm esse nível de pensamento – o qual tem sido demonstrado, agora, ao longo de um período de 50 anos, não é apenas um escorregão acidental de economista vencedor de prêmio – poderíamos dizer, “alegre-se, esse é o nível baixo do nosso adversário”. Mas com esse tipo de concepção você termina no desastre de que temos experiência todos os dias. Nós afundamos numa dívida astronômica. As dívidas reais neste país (Inglaterra) devem ser contadas em trilhões.

Mas o ponto importante é que eles vêm praticando orgias financeiras como resultado de uma crise estrutural do sistema produtivo. Não é um acidente que a moeda tenha inundado de modo tão adventista o setor financeiro. A acumulação de capital não poderia funcionar adequadamente no âmbito da economia produtiva.

Agora estamos falando da crise estrutural do sistema. Ela se estende por toda parte e viola nossa relação com a natureza, minando as condições fundamentais da sobrevivência humana. Por exemplo, de tempos em tempos anunciam algumas metas para diminuir a poluição. Temos até um ministro da energia e da mudança climática, que na verdade é um ministro do “lero lero”, porque nada faz além de anunciar uma meta. Só que essa meta nunca é sequer aproximada, quanto mais atingida. Isso é uma parte integral da crise estrutural do sistema e só soluções estruturais podem nos tirar desta situação terrível.


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Escrito por PUC Livre às 02h05
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Escrito por PUC Livre às 11h53
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Escrito por PUC Livre às 11h41
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Endowment Director Is on Harvard’s Hot Seat

Harvard may be the nation’s wealthiest university, but it is short on cash.

The school relies on its endowment to generate a third of the money for its operations, and the endowment is on the verge of posting its biggest loss in 40 years. With much of its money tied up for the long term, it is scrambling to meet some obligations.

Harvard has frozen salaries for faculty and nonunion staff members, and offered early retirement to 1,600 employees. The divinity school has warned it may not be able to cover tuition for all its students with need, the school of arts and sciences is cutting its billion-dollar budget roughly 10 percent, and the university president said this week than the unprecedented drop in the endowment was causing it to delay its planned expansion, starting with a $1 billion science center, into the Allston neighborhood of Boston.

The school has even added to its debt by issuing $1.5 billion in new bonds, its largest such offering ever.

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Escrito por PUC Livre às 13h00
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PUC-RJ e universidade de Tel-Aviv assinam projetos de intercâmbio

Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e a Universidade de Tel Aviv, de Israel, firmaram acordo de intercâmbio que permitirá aos alunos da PUC-RJ cursar de um semestre a um ano na Universidade de Tel-Aviv e vice-versa. Os cursos de intercâmbio serão em inglês nas duas universidades. O acordo inclui o reconhecimento de créditos destes cursos na grade curricular da PUC-RJ.

Através do projeto "MASA" - do Governo israelense e da Agência Judaica -, a Universidade de Tel-Aviv oferece a estudantes estrangeiros bolsas de estudo para cursos de inglês em Israel. Os interessados devem procurar o Departamento de Intercâmbio das universidades.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 10h57
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I am going to sleep, Alfonsina Storni

Teeth of flowers, hairnet of dew,
hands of herbs, you, perfect wet nurse,

prepare the earthly sheets for me
and the down quilt of weeded moss.

I am going to sleep, my nurse, put me to bed.
Set a lamp at my headboard;
a constellation; whatever you like;
all are good: lower it a bit.

Leave me alone: you hear the buds breaking through . . .
a celestial foot rocks you from above
and a bird traces a pattern for you

so you'll forget . . . Thank you. Oh, one request:
if he telephones again
tell him not to keep trying for I have left

 

 

Lighthouse in the night, Alfonsina Storni

The sky a black sphere,
the sea a black disk.

The lighthouse opens
its solar fan on the coast.

Spinning endlessly at night,
whom is it searching for

when the mortal heart
looks for me in the chest?

Look at the black rock
where it is nailed down.

A crow digs endlessly
but no longer bleeds.


Escrito por PUC Livre às 10h51
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Regimento

 

Segundo o site da Apropuc, no último Consun “a Comissão que elabora o novo texto apresentou a redação de mais artigos, que perfizeram um total de 355 pontos. A maioria deles foi aprovada, restando para uma sessão extraordinária do Consun, a ser realizada em 18/3, a redação das últimas cláusulas para que o texto seja entregue ainda em março ao Grão-Chanceler da PUC.”  Este é um documento muito importante  no dia a dia da Universidade e deverá  clarificar  algumas passagens do Estatuto: as funcões do Coordenador de Curso   é uma delas.

 

Surpresas não devem ser descartadas.   Há, alguns, insatisfeitos com a exigência de doutorado para o cargo de diretor que, ainda, sonham  com a sua aplicação somente em um futuro bem distante. Seria um grave erro.  Doutorado é o minimo que se exige do candidato ao cargo de  Diretor e Chefe de departamento em qualquer Universidade de pesquisa.  O Regimento é uma excelente oportunidade para tornar este requisito  extensivo aos cargos de Chefe de Departmento e Coordenador(a) de Curso.

  

É sempre bom lembrar o óbvio na nossa amada terra de jabuticabas exóticas: é somente com o título de doutor que se alcança a maioridade na vida acadêmica.

 

O Editor(antonio carlos) 

 



Escrito por PUC Livre às 14h17
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Escolas fazem rodízio de alunos em Maceió

Por falta de carteiras escolares para todos os alunos, a Secretaria municipal de Educação de Maceió, em Alagoas, adotou um esquema de rodízio que demonstra toda a precariedade do sistema educacional brasileiro. Reportagem de Odilon Rios , especial para O Globo, informa que na Escola Municipal Antônio Semeão Lins, no bairro do Jacintinho, periferia de Maceió, os 1.014 alunos foram divididos em dois grupos: os de séries ímpares (1 e 3), terão aulas em um dia; os de pares (2 e 4) no outro.

- Sem o rodízio, os alunos não teriam como assistir às aulas - justificou a diretora Rosimaire Piedade.

Desde o ano passado, ela avisou à secretaria sobre a falta de carteiras. Das nove salas de aula, apenas cinco tinham o equipamento. Só ontem, após reclamação dos pais pela imprensa, foram enviadas 101 carteiras.

- O rodízio continua porque uma turma ficou sem as carteiras. Agora, será assim: uma turma vai deixar de ter aula a cada dia - disse a diretora.

Na rede estadual de Alagoas, o problema é o mesmo. Na quarta-feira, a promotora Cecília Carnaúba fez uma inspeção na Escola Estadual Rosalvo Ribeiro, no Tabuleiro dos Martins, também na periferia. Dos mil alunos, apenas 500 tinham carteiras. Mas a diretora não adotou o rodízio. Quem quisesse aprender, que se sentasse no chão.

A Secretaria estadual informou que adquiriu 50 mil carteiras escolares e as distribuirá hoje. As carteiras que estão em depósitos só podem ser usadas para programas específicos, definidos pelo MEC. Segundo o Ministério da Educação, Alagoas ocupa as piores colocações nos números de analfabetismo, defasagem e repetência escolar.

Fonte: O Globo 

Comentário do editor( antonio carlos): A solução é genial e pode ser usada, também, para a falta de sala de aulas ou de professores. O rodizio, como um certo produto, tem mais de mil e uma utilidade.



Escrito por PUC Livre às 09h23
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Comissão do MEC que vai rever cursos de jornalismo também vai revisar os cursos de engenharia e tecnologia da informação

A comissão do Ministério da Educação (MEC) criada para rever o funcionamento dos cursos de jornalismo no país reuniu-se nesta quinta-feira pela primeira vez, em Brasília. O presidente da comissão, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) José Marques de Melo, anunciou que serão realizadas três audiências públicas, no Rio, em Recife e São Paulo, a partir do mês que vem. Ainda não há uma definição clara, no entanto, sobre o que mudar nos currículos. O MEC pretende revisar também as diretrizes curriculares dos cursos de engenharia e tecnologia da informação.

Formada por oito pessoas, sete delas do meio acadêmico, a comissão presidida por Marques de Melo pretende encerrar sua tarefa no dia 3 de junho. Nessa data, ela deverá concluir uma proposta de revisão das diretrizes dos cursos de jornalismo a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A palavra final caberá ao conselho e ao ministro Fernando Haddad. Na página do MEC na internet (www.mec.gov.br), haverá espaço para sugestões.

- Já começamos a pensar em várias coisas, mas não temos solução ainda. A minha ideia é não ter fórmula pronta. Vamos ouvir a sociedade. Jornalista tem mania de saber tudo, ser dono da verdade. Temos que superar isso.

A secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, disse que o curso de jornalismo, na forma como está estruturado hoje, carece de especificidade. Um dos problemas, segundo ela, está no fato de que o jornalismo é uma habilitação do curso de Comunicação Social, que engloba as carreiras de publicidade e relações públicas.

- Jornalismo e publicidade são coisas totalmente distintas - reforçou Marques de Melo.

Maria Paula afirmou que o ministério trabalha com a ideia de manter o jornalismo como curso de graduação. Entre os membros da comissão, porém, há quem defenda que o jornalismo vire uma especialização, com duração de um a dois anos, oferecida a diplomados de qualquer outra área do ensino superior.

A primeira audiência pública está marcada para 20 de março, no Rio, com foco no meio acadêmico. A segunda será em Recife, em 24 de abril, destinada às empresas e sindicatos. A terceira será em 12 de maio, em São Paulo, voltada para a sociedade.

A comissão não discute a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista para o exercício profissional. A questão aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A secretária disse que a comissão terá liberdade total para formular sua proposta. As diretrizes servem de base para as questões do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade):

- É um curso de graduação, discutem-se caminhos formativos. Quem vai decidir é a comissão.

Fundador do curso de jornalismo da USP e atualmente professor de pós-graduação da Universidade Metodista (SP), Marques de Melo, de 65 anos, é contra a ideia de currículo mínimo nacional. Segundo ele, cada região deve ter liberdade para definir as disciplinas do curso.

O professor propõe que o estudante de jornalismo possa dedicar grande parte do curso a outra área do conhecimento. Assim, um calouro de jornalismo teria a opção de escolher outra área, como artes ou direito, cursando-as concomitantemente. Ao final, seria diplomado em jornalismo. Outro desafio, segundo ele, é dosar a formação prática e teórica. Para Marques de Melo, a maioria dos cursos exagera na parte teórica:

- Hoje os cursos estão mais preocupados em formar comunicólogos do que profissionais de comunicação.

Os demais integrantes da comissão são Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior (Universidade Federal de Pernambuco), Eduardo Barreto Vianna Meditsch (Universidade Federal de Santa Catarina), Lúcia Maria Araújo (Canal Futura), Luiz Gonzaga Motta (Universidade de Brasília), Manuel Carlos da Conceição Chaparro (Universidade de São Paulo), Sérgio Augusto Soares Mattos (Universidade Federal do Recôncavo Baiano) e Sônia Virgínia Moreira (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 09h14
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Student Expectations Seen as Causing Grade Disputes

Prof. Marshall Grossman has come to expect complaints whenever he returns graded papers in his English classes at the University of Maryland.

“Many students come in with the conviction that they’ve worked hard and deserve a higher mark,” Professor Grossman said. “Some assert that they have never gotten a grade as low as this before.”

He attributes those complaints to his students’ sense of entitlement.

“I tell my classes that if they just do what they are supposed to do and meet the standard requirements, that they will earn a C,” he said. “That is the default grade. They see the default grade as an A.”

A recent study by researchers at the University of California, Irvine, found that a third of students surveyed said that they expected B’s just for attending lectures, and 40 percent said they deserved a B for completing the required reading.

“I noticed an increased sense of entitlement in my students and wanted to discover what was causing it,” said Ellen Greenberger, the lead author of the study, called “Self-Entitled College Students: Contributions of Personality, Parenting, and Motivational Factors,” which appeared last year in The Journal of Youth and Adolescence.

Para ler o resto do artigo clique aqui

 



Escrito por PUC Livre às 10h44
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Câmara aprova punição para trotes violentos nas universidades

 A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 1023/95, que proíbe a realização de trotes violentos ou vexatórios contra alunos do ensino superior. O projeto determina que a faculdade abra processo disciplinar contra os estudantes responsáveis por esses atos. Recentes atos de violência que aconteceram nos Estados de São Paulo e Goiás retomaram as discussões no país sobre a prática dos trotes. Apesar de o projeto haver sido aprovado simbolicamente, vários deputados manifestaram seu voto contrário ao texto. A proposta será analisada ainda pelo Senado.

O Projeto proíbe o trote que constranja os calouros; exponha os alunos de forma vexatória; ofenda sua integridade física, moral ou psicológica; ou obrigue os estudantes a doarem bens ou dinheiro.

De acordo com o Projeto, as instituições ficam obrigadas a abrir processo disciplinar contra os alunos, com penas que vão de multas de até R$ 20 mil ao cancelamento da matrícula e impedimento de inscrição em qualquer universidade por um ano. O dinheiro da multa deverá ser usado nas bibliotecas das escolas.

Apesar da aprovação, o projeto sofreu muitas críticas em plenário sobre a eficácia das normas do projeto. O deputado Regis de Oliveira (PSC-SP) alertou, por exemplo, que não está prevista sanção contra a faculdade que não abrir o processo contra quem praticar o trote violento.

- Se o processo não for instaurado, a instituição nada sofrerá e nada acontecerá - pondera.

Recepção de calouros

Antes do início das aulas, as universidades deverão instituir uma comissão de professores e estudantes para elaborar um calendário de atividades de recepção dos novos alunos. O objetivo será integrar os calouros à vida universitária e permitir que eles conheçam as instalações e o funcionamento da instituição.

Em qualquer caso, a atividade não poderá ter duração total superior a 20 horas e acontecerá no primeiro mês do período letivo.

Segundo o deputado Flávio Dino, o projeto estimula a cultura da paz e dos direitos humanos.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 00h35
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Alunos de administração da PUC-SP ficam sem aula por falta de sala

Um grupo de alunos do segundo semestre do curso de administração do campus Monte Alegre da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) foram para a faculdade na noite desta segunda-feira (16), mas nem chegou a entrar na sala de aula.

 Não que faltasse interesse ou vontade de assistir às aulas, mas simplesmente porque não havia uma sala disponível para a turma deles.

Isadora Melo Zambuzzi, 18 anos, conta que ninguém da instituição deu nenhuma satisfação sobre a falta de espaço físico. “Simplesmente fomos surpreendidos por essa notícia quando chegamos aqui na semana passada”, afirma. 

O colega dela, Gandhi do Nascimento Cheganças, 20 anos, também conta que não houve nenhum tipo de comunicado por parte da faculdade. “Um amigo meu perguntou na semana passada a uma pessoa da secretaria para ter uma previsão de quando haveria uma sala disponível, mas essa pessoa disse para ele continuar vindo todo dia para ver se já teria sido resolvido isso.”

 O colega dela, Gandhi do Nascimento Cheganças, 20 anos, também conta que não houve nenhum tipo de comunicado por parte da faculdade. “Um amigo meu perguntou na semana passada a uma pessoa da secretaria para ter uma previsão de quando haveria uma sala disponível, mas essa pessoa disse para ele continuar vindo todo dia para ver se já teria sido resolvido isso.”

Paulo Moscatelli, 18 anos, foi também outro aluno que voltou para casa mais cedo na segunda, sem ter assistido à nenhuma aula. “Ninguém comunicou nada e, no site, está em branco o espaço que indica a sala de aula”, disse ele, que paga quase R$ 1.200 de mensalidade.

Uma aluna imprimiu a relação das disciplinas do seu semestre com a indicação de uma sala. No entanto, ao chegar até o local indicado, a aula era de uma outra matéria e para uma turma diferente.

No mural onde ficam as tabelas com os horários das aulas e as respectivas salas, conta-se na noite de segunda-feira, 11 turmas de administração sem indicação da sala de aula. Na lista do curso de ciências contábeis, havia duas turmas sem sala.

A reitoria confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que o problema se refere aos cursos noturnos de administração e de ciências contábeis, mas não deu o número de turmas afetadas. A PUC afirma que a distribuição das turmas deverá estar resolvida até o fim desta semana.

Segundo a instituição, o motivo para o atraso na organização das salas se deve ao número de matrículas novas ou de alunos com dependências, além dos pedidos de transferências de mudança de período, o que faz com que as turmas fiquem maiores e precisem ser remanejadas de local.

Fonte: G1(globo.com)

Comentário do editor(antonio carlos): Todo semestre é a mesma historia, pelos menos desde quando era aluno de graduação no distante inicio do anos 80. A novidade é que no competitivo mercado de ensino superior isto não pode acontecer e muito menos  transformar-se em manchete de um importante portal de  noticias.  Depois do longo e cansativo trabalho que é participar das feiras de vestibulares( estive presente em todas) e de outras formas de divulgação dos nossos cursos, este tipo de noticia é simplesmente inaceitável. Mais e melhor gestão administrativa e menos políticagem é o que  precisamos urgentemente. Sei que pode parecer  injusto, mas ninguem nunca disse que seria justo: não há mais espaço para erros ...



Escrito por PUC Livre às 00h29
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The ‘Business Model’ Is the Wrong Model

In their honest desire to satisfy the current demand for “accountability” in higher education, many academics have begun to worship at the altar of the “business model,” believing that it provides the answers to student success that they seek. The business model is imposed, for example, when otherwise worthy academic programs are eliminated based on low enrollment alone since they couldn’t possibly be academically valuable if they don’t attract throngs; when professors are evaluated more on their popularity with students than on their teaching abilities (see Inside Higher Ed’s coverage of a particularly chilling example from Texas A&M University); or when institutions shun teaching high-risk students who might require more time and attention to graduate.

However, the business model, which prizes “customer satisfaction” or “efficiency” above all else, has led in higher education to an imbalance in the relation between student and institution, has led to a culture of entitlement and instant gratification, and has causal ties to the current fiscal crisis.

Businesses operate for a single fixed purpose: to generate profit. This does not make businesses either intrinsically evil or intrinsically good. Although the purposes it serves might have moral value, the pursuit of profit, in and of itself, is a morally neutral end. It is rather the means to the profit that determines its moral nature.

In this highly competitive education market, customer (student) satisfaction has become paramount. The more satisfied the student, the argument goes, the more he or she is willing to persist at the institution, the greater the graduation statistics, and the more enhanced the reputation of the institution.

Para ler o resto do artigo clique aqui



Escrito por PUC Livre às 00h54
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MP de Goiás aponta irregularidades em cobrança de juros do Fies

O Ministério Público Federal de Goiás (MPF/GO) protocolou uma ação com pedido de tutela antecipada contra a Caixa Econômica Federal por cobranças irregulares de juros nos contratos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). O programa do governo federal é destinado a estudantes da graduação no ensino superior que não têm condições de arcar integralmente com os custos de sua formação.

Segundo a procuradora da República Mariane Guimarães, autora da ação, a Caixa estaria adotando a prática ilegalde cobrança de juros compostos, ou juros sobre juros.

- Nós apuramos que na hora de cobrar o empréstimo do Fies a Caixa estava adotando um critério de reajuste chamado Tabela Price, que consiste basicamente na cobrança de juros sobre juros. Essa cobrança é proibida pela nossa legislação, existe inclusive súmula do STF [Supremo Tribunal Federal] proibindo essa prática - explica a procuradora em entrevista à Agência Brasil.

Outra irregularidade detectada pelo MPF/GO é a cobrança de multas de 10% sobre o valor da parcela em caso de atraso. Segundo Mariane Guimarães, a prática é abusiva porque o Código de Defesa do Consumidor proíbe multas superiores a 2%.

A ação já foi protocolada na 1ª Vara de Justiça Federal do estado e aguarda análise. A procuradora afirma que os alunos devem continuar pagando os empréstimos normalmente até que a ação seja julgada. O pedido de tutela antecipada solicitado pelo MPF, caso seja concedido, adianta total ou parcialmente os efeitos pretendidos pela ação antes do término do julgamento.

- Nesse caso, será determinada a revisão imediata dos contratos. O objetivo da ação é que o juiz declare a nulidade da cobrança desses juros compostos que tornam muito oneroso o saldo devedor para o aluno do Fies, que é um estudante carente que só através do benefício consegue ter acesso à educação superior - defende a procuradora.

Mariane ressalta que a ação só tem validade para os alunos do estado de Goiás. Mas, segundo ela, há ações com pedidos semelhantes tramitando na Bahia, no Distrito Federal e em São Paulo.

- No final, caso a ação seja julgada procedente, a gente pede a devolução em dobro do que foi pago a mais pelo aluno - explica Mariane.

Segundo o Ministério da Educação, desde a criação do Fies, em 1999, 506 mil estudantes já foram beneficiados com o financiamento. O programa é do MEC, mas operacionalizado pela Caixa. Para a procuradora, a pasta deveria fiscalizar a forma como é feita a cobrança do financiamento. O ministério não quis comentar o assunto.

- O MEC deveria funcionar como agente fiscalizador dessa conduta , mas como o agente gestor é a Caixa, o MEC não é réu nesse processo. A Caixa, embora seja um banco de cunho social, age como um banco na hora de efetuar empréstimo e quer receber da maneira mais lucrativa possível. Mas quando se trata de financiamentos de cunho social, esse caráter tem que ser observado, ela não pode cobrar juros abusivos porque o aluno vai acabar não pagando e não atinge o objetivo do Fies que é proporcionar a esses alunos o direito real à educação - aponta.

Procurada pela reportagem, a Caixa Econômica Federal informou por meio de sua assessoria que "ainda não foi citada nos autos da referida ação judicial" e que só se pronunciará sobre o assunto após ser notificada.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 00h43
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 'Puxadinhos' viram salas de aula em São Paulo

A Secretaria da Educação do estado de São Paulo está construindo 41 salas de aula improvisadas, verdadeiros "puxadinhos" com paredes de madeirite - material de madeira utilizado para cercar obras - e telhado de amianto, material nocivo à saúde, para atender à demanda provocada com o final do chamado "turno da fome", período de aulas entre 11h e 15h. A reportagem de Adauri Antunes Barbosa do Globo desta quarta-feira mostra que os "puxadinhos" estão sendo construídos às pressas em locais como as quadras esportivas dos colégios. Lembram as escolas de lata que serviram de munição eleitoral contra Marta Suplicy (PT) na campanha municipal vencida por José Serra (PSDB) em 2004.

Em nota oficial, a Secretaria da Educação afirmou que mantém "um forte programa" para acabar com as aulas das 11h às 15h em sua rede.

- A secretaria é responsável por 5.500 escolas, com cerca de 70 mil salas. A redução de escolas com este tipo de turno ocorreu devido à reorganização da rede, oferta maior de transporte escolar e ampliações de escolas. A secretaria está com 1.750 obras em escolas, incluindo ampliações e reformas. Serão abertas mais 2.150 licitações para obras. O investimento total previsto pelo governo para obras em escolas é de quase R$ 1 bilhão", afirma a nota.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 00h41
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PET: 30 novos grupos serão selecionados

Estudantes de cursos superiores de graduação poderão formar grupos, com tutoria de um professor doutor, para participar do Programa de Educação Tutorial (PET). Serão selecionados 30 grupos a partir da segunda quinzena de março. Atualmente há 400 grupos em instituições de ensino superior públicas e privadas de todo o país. São 4.274 alunos bolsistas e 400 tutores, um para cada grupo de pesquisa.

De acordo com o coordenador do programa, Norberto Cáceres, os trabalhos de alunos e professores integram ensino, pesquisa e extensão e buscam aprimorar a formação de novos profissionais de acordo com uma perspectiva cidadã. “O PET discute inovações na maneira de oferecer cursos de graduação e ajuda a formar profissionais com responsabilidade social e valores éticos”, disse.

Inicialmente, até quatro alunos podem compor o grupo de pesquisa. A cada ano, no limite de três anos, o grupo pode incluir mais quatro bolsistas chegando ao número máximo de 12. “Não há limite de tempo para as atividades de cada grupo. Há um processo de avaliação do trabalho a cada dois anos. Caso a qualidade seja mantida, o grupo continua a trabalhar”, explicou Norberto.

De acordo com ele, o PET também estimula a continuidade da vida acadêmica. “60% dos alunos que participam do PET ingressam na pós-graduação.” Hoje, há pelo menos um grupo de pesquisa em cada estado brasileiro. Os alunos recebem bolsa no valor de R$ 300 e os tutores, de R$ 1.394.

Fonte: MEC



Escrito por PUC Livre às 10h12
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  Sistema de cotas no tribunal

Implantadas por Uerj, Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e UnB em 2003, as cotas ainda provocam polêmica. No início do mês, um grupo de 15 jovens conseguiu uma liminar para ter o direito à matrícula na Universidade Federal do Espírito Santo. A alegação deles é de que, se a reserva de 40% das vagas para estudantes de escolas públicas não existisse, eles teriam a pontuação necessária para serem aprovados no vestibular 2008 da instituição. A liminar foi concedida pelo Tribunal Regional Federal da 2 Região, após eles terem perdido a ação na Justiça Federal do Espírito Santo.

- Nós acreditamos que a liminar não vai se manter, pois há uma tendência favorável às cotas no país, e a decisão sobre o critério de acesso depende da universidade - afirma o secretário de inclusão social da Ufes, Antônio Carlos Moraes. - E o argumento dos estudantes é frágil: se não houvesse cotas, a nota de corte seria outra.

Para o advogado Manoel Peixinho, que já defendeu cerca de 50 ações contra o sistema de cotas da Uerj, a tendência é que os juízes derrubem liminares que contestem as ações afirmativas das universidades. Segundo ele, nem vale a pena entrar na Justiça:

- O Tribunal de Justiça do Rio já tem uma posição firmada sobre a constitucionalidade das cotas. A legislação estadual que está em vigor é exemplar, e me parece que a situação no Rio está solucionada. Hoje, se um estudante me procurasse para processar a universidade, eu desaconselharia. A ação leva tanto tempo que a maioria tenta o vestibular de novo.

Participante da ação contra a Ufes, Rodrigo da Silva, de 20 anos, nem precisou da liminar para se matricular, pois tentou o vestibular novamente e foi aprovado no concurso 2009 da universidade:

- Achei mais seguro fazer de novo e passei. Continuo não concordando com as cotas, que acirram a disputa e deixam estudantes com boas notas de fora.

Com a matrícula garantida pela liminar, um estudante de 21 anos, que prefere não se identificar, aguarda a decisão final da Justiça. Após quatro anos tentando vestibular para Medicina, ele está apreensivo:

- Ao contrário do que muitos imaginam, nem todo estudante de escola privada tem condições financeiras de cursar faculdades particulares. Assim como eu, muitos vestibulandos estão excluídos por um sistema que busca a inclusão com base na autoafirmação de raça ou condição financeira, e não pela capacidade.

A ausência de uma lei que regulamente as ações afirmativas nas federais - o projeto está parado no Senado - faz com que estudantes que se sentem prejudicados tenham a opção de apelar à Justiça. Mas, no Estado do Rio, de acordo com a sub-reitora de graduação da Uerj, Lená Medeiros de Menezes, os processos contra o sistema de cotas foram decrescendo ao longo dos anos.

- Houve reclamação no começo, geralmente nos cursos mais disputados, mas as cotas são uma realidade. Em 2004, foram 15; ano passado, os dois que tivemos se referiram a cotistas que não foram aprovados na análise socioeconômica - diz.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 09h23
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   PUC-Barueri

Desnecessária

Nesta semana, o noticiário repetiu, à exaustão, as imagens de dois jovens agredidos durante os trotes, que "batizam" estudantes em sua entrada para a universidade. Uma delas, grávida, foi queimada pelos colegas. O outro, apanhou de chicote, teve de comer ração e ainda se lambuzar com restos de animais decompostos. As cenas são bizarras, mas a cada dia, mais comuns. A técnica sadomosoquista merece punição à altura. Enquanto isso, em Barueri....os calouros da Pontifícia Universidade Católica (PUC) são recepcionados pelos veteranos com aula magna, participam de caminhadas e visitas à entidades sociais como o Grupo Vida e Casa Resgate e Vida que recebem doações de alimentos, materiais de limpeza, entre outros. Uma lição de civilidade em tempos de violência gratuita.

Fonte: Editorial do Metropole SA virtual, Barueri

Comentário do Editor(Antonio Carlos): Foi um excelente trabalho dos alunos de Barueri. Para quem ainda acha que movimento estudantil é somente baderna, recomendo conhecer o trabalho e as  propostas da diretoria do glorioso C.A Leão XIII em  Barueri. Uma outra PUC  é possível e esta sendo construida pela comunidade puquiana do Campus Barueri.



Escrito por PUC Livre às 00h36
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   Barueri

 

Inscriçoes abertas para Cursinho na PUC Barueri

A Pastoral Universitária da PUC-SP abre as pré-inscrições para o Processo Seletivo do Foco Vestibular 2008.

O curso se destina aos alunos de baixa renda que concluíram o Ensino Médio em escolas públicas e desejam receber uma preparação para o exame do Enem, dos vestibulares e uma formação humana em suas várias dimensões, com ênfase na diversidade cultural e a questão étnico-racial.

Criado em 2005, o curso já foi reconhecido pelo MEC como um dos melhores do Brasil, por dois anos consecutivos (2006 e 2007).

Em 2008 serão abertas 70 vagas para o Campus Barueri, todas voltadas aos moradores da cidade.

O curso será oferecido aos sábados, das 8h às 17h. Aos domingos, oficinas e fechamento de módulos das 9h às 17h.

As pré-inscrições devem ser feitas via internet e enviadas para o e-mail: focoinscricao@pucsp.br e confirmadas no dia 9/2, das 9h às 17h, data em que os candidatos deverão comparecer, pessoalmente, nos locais de inscrição abaixo indicados:

- PUC-Barueri, na Av. Pastor Sebastião Davino dos Reis, 868, Vila do Porto.

Vale lembrar que a não confirmação da inscrição efetuada pela internet no local, data e horário mencionados, implicará no cancelamento da mesma. Caso, o candidato não possa fazer a sua inscrição pela internet, ele terá a oportunidade de fazê-la pessoalmente no mesmo dia, horário e local indicado acima, munido de xerox da Declaração de Conclusão do Ensino Médio, do comprovante de residência, do documento de identidade e uma foto 3x4.

A taxa de inscrição é de R$ 5. Se aprovado no processo seletivo, será cobrada uma contribuição mensal de R$20 para o material didático. As aulas têm início previsto para 1º de março.

Fonte: Jornal Notícias on line



Escrito por PUC Livre às 00h17
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Brasil: 300 mil professores formados numa área  lecionam em outra

 

O Brasil tem cerca de 300 mil professores de educação básica que foram formados numa área e lecionam em outra.

A estimativa é do MEC e preocupa.

- Temos muitos casos de pedagogos que dão aulas de matemática - diz o secretário de Educação a Distância, Carlos Bielscholwsky, em nota divulgada pelo ministério.

A partir de junho, universidades federais e estaduais começarão a oferecer a chamada segunda licenciatura (curso de graduação destinado à formação de professores).

A novidade é que professores de escolas municipais e estaduais poderão fazer o curso mais rápido: 800 horas, quando a segunda licenciatura for na mesma área (um professor de história que quer licenciar-se em geografia), e 1.200, em casos de áreas distintas (letras e matemática, por exemplo).

Os novos cursos não deverão demorar mais do que dois anos.

A diretrizes do programa foram elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação e publicadas no Diário Oficial esta semana.

Segundo o MEC, inicialmente serão beneficiados profissionais de 15 estados: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

A formação de professores deixa claro o elo entre educação básica e superior.

E evidencia, pelo menos nessa área, uma fragilidade do discurso do MEC, durante o governo Fernando Henrique, de que todos os esforços deveriam ser canalizados exclusivamente para a educação básica.

Fonte: Demétrio Weber

Comentário do Editor( Antonio Carlos): Este não é  um problema restrito a educação básica. No ensino superior a justificativa é sempre mais sofisticada, mas  uma pesquisa rapida no Lattes encontra resultados curiosos, principalmente em  áreas onde não prevalece o corporativismo , como a economia, por ex.  



Escrito por PUC Livre às 09h33
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MEC vai modificar currículo dos cursos de jornalismo

O Ministério da Educação (MEC) criou uma comissão que vai rever e modificar as diretrizes curriculares que orientam os curso de graduação em jornalismo. A comissão foi designada por uma portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. O ministro Fernando Haddad chegou a comentar a possibilidade de criar cursos de especialização em jornalismo para que formados em outras áreas também possam exercer a profissão.

A comissão de especialistas vai funcionar durante 180 dias e terá a primeira reunião no dia 19. Ela foi constituída pela Sesu (Secretaria de Educação Superior).

Para a secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, as diretrizes em vigor abrangem toda a área de comunicação social e são pouco específicas para a formação em jornalismo.

- A intenção é garantir um melhor processo formativo para o profissional do jornalismo, já que a diversidade e as peculiaridades da profissão não são hoje contempladas pelas atuais diretrizes - afirma.

As diretrizes curriculares orientam as instituições de educação superior no processo de formulação do projeto pedagógico de seus cursos de graduação. As diretrizes do curso de jornalismo foram estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 2001.

A comissão será presidida pelo professor José Marques de Melo fundador da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: O Globo 



Escrito por PUC Livre às 09h14
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Mudanças na diretoria da APROPUC

 

Com o pedido de desligamento da diretoria da APROPUC feito pelo professor Hamilton Octávio de Souza, o diretor Willis Santiago Guerra Filho passa a ocupar o cargo de 1º Secretário e a professora Priscilla Cornalbas assume a 2ª Secretaria. A diretoria da entidade reuniu-se neste ínicio de semestre e definiu como suas prioridades a formação de um Comitê unificado contra a crise, o encaminhamento de pautas e reivindicações docentes como contrato de trabalho, campanha salarial, pagamento das dívidas, entre outras. A entidade promoverá uma campanha de filiação, além de ativar o Conselho de Representantes (já estão agendadas reuniões em Sorocaba e Marquês de Paranaguá). Serão agendados novos eventos culturais e acadêmicos durante o ano letivo.

Fonte: Apropucsp



Escrito por PUC Livre às 16h52
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Cursos de Línguas enfrentam problemas

Os cursos das áreas de Línguas Estrangeiras estão enfrentando sérias dificuldades para fecharem os contratos de seus professores. É que boa parte das aulas ministradas por seus docentes provinha dos chamados Cursos de Língua Estrangeira para Graduandos. Estes cursos pela antiga sistemática de créditos da PUC-SP,    abriam a possibilidade para que os alunos dos mais diversos cursos pudessem usar seus créditos excedentes como pagamento da atividade. Com a mudança do sistema de créditos tal operação não pode ser feita e o estudante arca com o pagamento integral de todos os créditos. Outra  dificuldade é que os alunos bolsistas só poderão se inscrever no curso caso exista um número determinado de pagantes. Por esses motivos poucas turmas de Línguas para Graduandos estão se viabilizando e, por consequência, os contratos de trabalho dos docentes da área correm sérios riscos.

Fonte: Apropucsp



Escrito por PUC Livre às 16h49
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Escrito por PUC Livre às 09h22
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America, America !, Delmore Schwartz

I am a poet of the Hudson River and the heights above it,
the lights, the stars, and the bridges
I am also by self-appointment the laureate of the Atlantic
-of the peoples' hearts, crossing it
to new America.

I am burdened with the truck and chimera, hope,
acquired in the sweating sick-excited passage
in steerage, strange and estranged
Hence I must descry and describe the kingdom of emotion.

For I am a poet of the kindergarten (in the city)
and the cemetery (in the city)
And rapture and ragtime and also the secret city in the
heart and mind
This is the song of the natural city self in the 20th century.

It is true but only partly true that a city is a "tyranny of
numbers"
(This is the chant of the urban metropolitan and
metaphysical self
After the first two World Wars of the 20th century)

--- This is the city self, looking from window to lighted
window
When the squares and checks of faintly yellow light
Shine at night, upon a huge dim board and slab-like tombs,
Hiding many lives. It is the city consciousness
Which sees and says: more: more and more: always more



Escrito por PUC Livre às 20h55
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Em breve: capitalismo 3.0

O capitalismo está em meio às dores de sua crise mais severa em muitas décadas. A combinação de recessão aguda, deslocamentos econômicos mundiais e estatização eficaz de grandes faixas do setor financeiro nas economias mais avançadas do mundo desarrumou profundamente o equilíbrio entre mercados e Estados. Como o novo equilíbrio será atingido ninguém sabe ao certo.

Os que preveem o perecimento do capitalismo precisam enfrentar um importante fato histórico: o capitalismo possui uma capacidade quase ilimitada de reinventar-se. De fato, sua maleabilidade foi o que lhe permitiu superar crises periódicas ao longo de séculos e sobreviver a críticos, de Karl Marx em diante. A verdadeira questão não é se o capitalismo pode sobreviver - porque a resposta é que pode -, mas se os líderes mundiais demonstrarão a liderança necessária para levá-lo a sua próxima fase, enquanto saímos de nossos atuais apertos.

O capitalismo não tem equivalente quando se trata de liberar a energia econômica coletiva das sociedades humanas. É por isso que todas as sociedades prósperas são capitalistas, no sentido mais amplo do termo: são organizadas em torno da propriedade privada e permitem aos mercados desempenhar um grande papel na alocação dos recursos e determinação das recompensas financeiras. A questão é que nem os direitos de propriedade, nem os mercados conseguem funcionar por si sós. Precisam de outras instituições sociais para apoiá-los.

Os direitos de propriedade, então, dependem de tribunais e do cumprimento da lei, enquanto os mercados dependem de as autoridades reguladoras domarem os abusos e consertarem as falhas de mercado. Na área política, o capitalismo requer mecanismos de transferência e compensações para fazer com que seus resultados sejam aceitáveis. Como a atual crise voltou a demonstrar, o capitalismo precisa de dispositivos de estabilização, como uma instituição de crédito de última instância e políticas fiscais anticíclicas. Em outras palavras, o capitalismo não é autogerado, autossustentado, autorregulado ou autoestabilizado.

A história do capitalismo vem sendo um processo de aprendizado e reaprendizado dessas lições. A sociedade de mercado idealizada de Adam Smith precisava de um pouco mais do que um "Estado como vigia noturno". Tudo o que os governos precisavam fazer para assegurar a divisão do trabalho era cumprir os direitos de propriedade, manter a paz e arrecadar alguns impostos a serem pagos em troca de um grupo restrito de bens públicos.

Ao longo do início do Século XX, o capitalismo era governado por uma visão estreita das instituições públicas necessárias para sustentá-lo. Na prática, o alcance do Estado, com frequência, ia além dessa concepção (como, por exemplo, no caso da introdução de aposentadorias para idosos por Bismarck na Alemanha, em 1889). Os governos, contudo, continuaram a ver seu papel econômico em termos restritos.

Isto começou a mudar à medida que as sociedades ficaram mais democráticas e sindicatos e outros grupos mobilizaram-se contra os abusos detectados no capitalismo. Nos Estados Unidos, foram lançadas políticas antitruste. A utilidade de políticas fiscais e monetárias ativistas tornou-se amplamente aceita na sequência da Grande Depressão.

A proporção dos gastos públicos na renda nacional subiu rapidamente nos atuais países industrializados, de uma média inferior a 10%, no fim do Século XIX, para mais de 20%, pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, a maioria dos países erigiu Estados de bem-estar social bastante elaborados, nos quais o setor público expandiu-se até chegar a mais de 40% da renda nacional, em média.

Este modelo de "economia mista" foi o maior feito do Século XX. O novo equilíbrio estabelecido entre mercado e Estado preparou o palco para um período inédito de coesão social, estabilidade e prosperidade nas economias avançadas que durou até meados dos anos 70.

O modelo desgastou-se a partir da década de 80 e agora parece ter se partido. O motivo pode ser expresso em uma palavra: globalização.

A economia mista do pós-guerra foi desenvolvida para a - e operada na - esfera de Nações-Estado e exigia que a economia internacional ficasse encurralada. O regime Bretton Woods-Gatt comportava uma forma "superficial" de integração econômica internacional, que implicava em limitações e controles sobre os fluxos internacionais de capital, algo que Keynes e seus contemporâneos viam como crucial para a gestão econômica doméstica. Exigia-se que os países adotassem uma liberalização comercial apenas limitada, com exceções aos montes para setores delicados socialmente (agricultura, têxtil e serviço). Tal quadro deixou-os livres para construir suas próprias versões de capitalismo nacional, desde que obedecessem algumas poucas e simples regras internacionais.

A atual crise mostra como nos distanciamos desse modelo. A globalização financeira, em particular, demoliu as antigas regras. Quando capitalismo no estilo chinês encontrou-se com o capitalismo no estilo dos EUA, com poucas válvulas de segurança à disposição, deram à luz a uma mistura explosiva. Não havia mecanismos de proteção para prevenir o desenvolvimento de uma bolha mundial de liquidez ou para evitar que esta criasse, em combinação com falhas de regulamentação nos EUA, a onda espetacular de ascensão e queda do setor habitacional. Tampouco houve nenhuma barreira internacional para evitar que a crise se espalhasse a partir do epicentro.

A lição não é que o capitalismo está morto. É que precisamos reinventá-lo para um novo século no qual as forças da globalização econômica são muito mais poderosas do que antes. Assim como o capitalismo mínimo de Smith foi transformado na economia mista de Keynes, precisamos contemplar a transição da versão nacional da economia mista para algo homólogo mundial.

Isto significa imaginar um melhor equilíbrio entre mercados e as instituições que os sustentam na esfera global. Algumas vezes, isto exigirá estender as instituições além das Nações-Estado e fortalecer a governança mundial. Outras vezes, exigirá evitar que os mercados se expandam além de instituições que precisem continuar nacionais. A abordagem apropriada variará entre agrupamentos de países e áreas em questão.

Desenhar o próximo capitalismo não será fácil. Temos, no entanto, a história de nosso lado: a redenção do capitalismo é sua maleabilidade quase infinita.

Dani Rodrik

Fonte: Valor Econômico

Comentário do Editor( Antonio Carlos): Dani tem toda razão: o capitalismo ainda é o melhor sistema pra criar riqueza, ainda que pessimo  na sua distribuição. Para o desespero da esquerda chic de higienopólis-perdizes  ele ainda deve sobreviver por um longo período de tempo.



Escrito por PUC Livre às 01h07
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   Barbárie estudantil

 

 MPF quer responsabilizar universidades por trote

O Ministério Público Federal investiga se as universidades de São Paulo devem ser responsabilizadas por trotes violentes que ocorram dentro ou fora de suas dependências. De acordo com o procurador Jeferson Aparecido Dias, que avalia denúncias de constrangimento ilegal e extorsão de calouros da Faculdade de Medicina de Catanduva, a 379 quilômetros da capital, as universidades podem estar sendo coniventes com os crimes já que não tomam medidas para contê-los.

 

- As faculdades têm um ano para se preparar para receber os estudantes com dignidade. Mas muitas não fazem nada. O que queremos saber é se elas, por omissão, acabam permitindo que as agressões aconteçam - afirma o procurador.

 

Dias afirma que, se ficar comprovada a conivência da instituição, o Ministério Público Federal pode propor um0a ação civil pública contra a universidade e até mesmo uma ação de impropriedade administrativa contra os diretores. 

 

- As universidades têm licença federal para atuar, por isso, podem ser responsabilizadas pelo Ministério Público Federal. No caso dos administradores, a função deles é equivalente a de um servidor público - explica o procurador, acrescentando que crimes como extorsão, lesão corporal e constrangimento têm que ser investigados pela Polícia Civil e acompanhados pelo Ministério Público Estadual.

 

- Mas as pessoas precisam perder o medo de denunciar. Em Catanduva, estamos percebendo que as pessoas têm receio de contar o que ocorrer, quando deveriam levar o caso para a polícia e para o Ministério Público. Não podemos admitir que cenas de barbárie e selvageria como essas se repitam todos os anos - diz Dias.

O procurador ainda pede uma ação mais firme da Justiça, com a punição dos culpados. Segundo o órgão, muitos casos são investigados em sindicâncias internas das faculdades, cujos resultados não são divulgados. Neste mês, a morte de Edson Hsueh, que era calouro de Medicina da USP completa 10 anos. O corpo dele foi encontrado dentro de uma piscina, depois do trote. Veteranos foram acusados da morte dele, mas a ação foi trancada. Apesar das acusações, a maioria dos envolvidos exerce normalmente a profissão.

 

Catanduva

 

Calouros de uma faculdade de Medicina Catanduva tiveram que abaixar as calças no meio da rua, em pleno viaduto que passa sobre uma das mais movimentadas avenidas da cidade. As moças foram poupadas, mas tiveram as roupas cortadas. As fotos, tiradas na segunda-feira e que mostram os estudantes na constrangedora situação, foram parar na internet. Segundo o procurador, além de constrangimento ilegal, os estudantes também podem ter sido vítimas de extorsão.

 

- Há informações que os alunos tiveram de pagar para ter segurança. Isso é inadmissível - afirmou.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 10h17
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Estudantes de medicina da UNISA se reúnem com MEC

Um grupo de 60 estudantes de medicina da UNISA irá representar em reunião com Ministro da Educação Fernando Haddad os cerca de 480 alunos na instituição em greve desde janeiro em de protesto contra a demissão de mais de 67 professores, nesta quinta-feira (12). Simultaneamente a reunião, estudantes farão um protesto no vão livre do Masp com faixas e cartazes reivindicando melhores condições de ensino.

No encontro, que também contará com a presença de ex-alunos, professores, sindicatos e representantes do Ministério Público, será discutida a situação da instituição para que as aulas possam ser retomadas com a mesma qualidade de ensino, informou o Centro Acadêmico Rubens Monteiro de Arruda, do curso de medicina da UNISA.

"Insistiremos em priorizar a qualidade de ensino característica dos mais de 40 anos de excelência da Faculdade de Medicina de Santo Amaro, assim como o atendimento às comunidades carentes do extremo sul da cidade de São Paulo possa também ser retomado com o mesmo padrão e empenho de sempre", declarou a presidente do CA, Carolina Zanati.

Fonte: Estudantenet


Comentário do Editor(Antonio Carlos): Enquanto isto a comunidade local paga o preço. Curiosamente, não encontrei no site da apropucsp nenhuma nota de apoio,..., nossos revolucionários do circuito  higienopolis-perdizes  não conhecem a periferia,...

 



Escrito por PUC Livre às 09h55
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28º Congresso do ANDES-SN

 

O 28º Congresso do ANDES-SN foi aberto nesta terça-feira (10/2) com a participação de 239 delegados de 55 seções sindicais de todo o país, além de 29 observadores e dois convidados. Junto com a defesa de organização sindical e popular e da universidade pública, os participantes discutem os efeitos da atual crise do capitalismo para a classe trabalhadora.

 

Durante sua saudação aos congressistas, o presidente do Sindicato Nacional, Ciro Correia, afirmou: “hoje, temos muito mais força política dentro da categoria e da sociedade para vencermos o desafio imposto pela suspensão arbitrária do registro sindical pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)”. Ele se referia aos resultados positivos que a pressão da categoria sobre o governo surtiu nos últimos meses. “Se essa é uma questão ainda pendente de solução definitiva, sabemos que nossa mobilização acabará por vencê-la”.

 

Ciro lembrou que a luta do Sindicato não pode ser solitária, ratificando a importância de sua parceria com a Conlutas “e todas as organizações sindicais e populares que têm como desafio resistir e avançar, trazendo para a sociedade o que ela precisa e anseia”.

 

O evento está sendo realizado no tradicional Colégio Pelotense e tem como tema principal Resistir e avançar na luta em defesa do ANDES-SN, da universidade pública e dos direitos dos trabalhadores.

 

Fonte: Andes-sn 



Escrito por PUC Livre às 09h41
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Tabela de vencimento dos docentes da USP

R.T.P. (Regime de Turno Parcial)

Função

ReferênciaVencimento
Auxiliar de EnsinoMS-1529,72
AssistenteMS-2783,90
Professor DoutorMS-31.096,42
Professor AssociadoMS-51.307,21
Professor TitularMS-61.576,06

R.T.C. (Regime de Turno Completo)

Função

Referência

Vencimento

Auxiliar de EnsinoMS-11.344,64
AssistenteMS-21.989,87
Professor DoutorMS-32.783,18
Professor AssociadoMS-53.318,24
Professor TitularMS-64.000,69

R.D.I.D.P. (Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa)

Função

Referência

Vencimento

Auxiliar de EnsinoMS-13.055,96
AssistenteMS-24.522,37
Professor DoutorMS-36.325,31
Professor AssociadoMS-57.541,33
Professor TitularMS-69.092,35

 

Fonte:  DRH-USP

 



Escrito por PUC Livre às 11h19
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'Não se pode deixar os alunos soltos e abandonados'

 

Trechos de entrevista com a secretária de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari Bucci, sobre a supervisão dos cursos de medicina.

PERGUNTA: Qual o objetivo da supervisão?
MARIA PAULA DALLARI BUCCI: Elevar o padrão de qualidade. Se o Brasil aspira a ter uma posição importante no cenário internacional, tem que qualificar seus recursos humanos à altura desse desafio e elevar a exigência de qualidade em relação a cursos e instituições. Por uma razão até cultural, nos habituamos a achar muito importante o controle prévio e a dar pouca importância ao que acontece depois que um curso está aberto.

— A sra. ficou surpresa com as deficiências detectadas?

MARIA PAULA: Alguns cursos têm deficiências históricas. A sociedade quer mais rapidez, mas tem que entender que estamos trabalhando na criação de padrões. As instituições têm um semestre letivo para resolver os problemas mais dramáticos.

— O MEC suspendeu vestibulares e proibiu novas turmas. Mas há alunos nos demais semestres, inclusive formandos. Não é um risco?

MARIA PAULA: Esta é uma medida dura que tem que ser dada com ponderação. A vedação do ingresso de novos alunos é uma medida de proteção. A diminuição desafoga a instituição e permite que ela dirija a atenção ao que é necessário.

— O que as instituições devem fazer de imediato?

MARIA PAULA: Montar um núcleo docente estruturante, que é um conjunto de professores que conheça o projeto pedagógico e seja capaz de implementá-lo. O segundo ponto é relacionado à insuficiência de professores para supervisionar o internato. Não se pode deixar os alunos soltos e abandonados, fazendo estágio em hospitais por conta e risco deles.

— Todos os cursos já haviam sido avaliados in loco ao menos duas vezes: na autorização de abertura e no reconhecimento para expedição de diplomas. Houve falha?

MARIA PAULA: Houve pelo menos falta de clareza em relação ao padrão de qualidade que se exige agora.

— A Unig realizou vestibular após o anúncio da supervisão, mas alega que a proibição valeria só para o futuro. É verdade?

MARIA PAULA: O ato do MEC foi comunicado imediatamente. Foi editado numa quinta-feira, salvo engano, e o vestibular aconteceria no fim de semana. A universidade descumpriu a decisão do MEC.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 11h11
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Faculdade diz que não se responsabiliza por trote em que jovens foram queimadas

 

 A Fundação Municipal de Educação e Cultura (Funec), de Santa Fé do Sul, divulgou nota, na noite desta quarta-feira, afirmando que não se responsabiliza pelo trote que deixou duas calouras queimadas. O trote ocorreu no primeiro dia de aulas, na última segunda-feira. Uma das jovens feridas está grávida de três meses. A outra tem 17 anos. Alunas do curso de Pedagogia teriam jogado gasolina e outros produtos de limpeza sobre as estudantes, o que teria provocado queimaduras na pele. A garota grávida chegou a ficar internada em observação, mas passa bem.

De acordo com a nota da Funec, os trotes ocorreram foram do campus e afirma que "não pode se responsabilizar por ações de estudantes fora de seu espaço geográfico".

- Contudo, a Funec aguardará o esclarecimento dos fatos e tomará as medidas cabíveis - diz a nota.

A instituição diz ainda que lamenta profundamente o incidente e acrescenta que os trotes violentos foram proibidos dentro do campus. Em seu lugar foi instituído o trote cultural. "Bem diferente dos trotes que são físicos, dentro da Funec, o trote foi música, totalmente cultural. Após a apresentação dos professores aos alunos, foi feito um show de MPB no pátio", explica a nota. A Funec diz que contou com o apoio das Polícias Militar e Civil e da Guarda Municipal para impedir que acontecessem trotes dentro dos campi.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 11h01
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   Missa de 7º dia

                                           
 
Prof.Antonio Carlos Lopes Alvares
Prezados(as) Professores(as),
Informamos que a Missa de 7º dia do Prof. Antonio Carlos Lopes Alvares será no sábado, 14 de fevereiro, às 12:15h, na Capela da PUC/SP.
 
Departamento de Atuária e Métodos Quantitativos


Escrito por PUC Livre às 09h03
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Quase 2 mil alunos já saíram da UNIB

A reação dos proprietários da UNIB ao movimento dos professores é a pior possível e até agora esse comportamento só contabiliza derrotas, entre elas a de terem sido apanhados nas falsas promessas de pagamento dos salários atrasados. Diante da greve, que reuniu centenas de docentes nos portões de entrada de suas duas unidades, a UNIB está sendo palco de um drama de opereta: quanto mais seus gestores fingem não ver o fosso em sua volta, mais e mais a crise se agrava.

A maior demonstração desse estado de alienação e letargia é o panfleto que os próprios mantenedores da UNIB distribuíram na última segunda-feira, 9/2, na tentativa de desmobilizar os professores. O documento – intitulado “A comunidade Ibirapuera questiona” – é, antes de tudo, um compêndio de mau português, com erros grosseiros de toda ordem. Mas é também um atentado ao bom senso quando tenta justificar a incompetência administrativa dos donos da escola com clichês do tipo “crise mercadológica do ensino universitário brasileiro” ou “crise mundial” (leia aqui o fac-símile do documento), como se a crise da UNIB não fosse anterior a tudo isso.

O reitor da UNIB enviou aos professores um curto email assinado com aquilo que chama de “assertiva de Sêneca” (Conhecemos os bons marinheiros nas tempestades), na inútil tentativa de explicar por que cargas d’água não recebem seus salários. O pensador cordovês bem poderia ter sido lembrado por outra de suas máximas: “O início da salvação é o conhecimento da culpa”.

Assembleia dos professores da UNIB:

dia 12/2, às 15h, no SINPRO-SP

Fonte: Sinpro



Escrito por PUC Livre às 08h56
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Estudantes da PUC Barueri recepcionam calouros com “Trote Solidário

 

Na próxima segunda-feira, 9, a PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Barueri retornará às aulas. E para recepcionar os novos alunos que cursarão um dos cursos de graduação oferecidos pela unidade, um grupo de estudantes inovou a recepção com o chamado Trote Solidário.

Idealizada pelo Centro Acadêmico Leão 13, a iniciativa prevê uma séria de atividades para integrar os alunos veteranos e calouros por meio de ações solidárias e cívicas. O nosso objetivo é fazer um trote diferente, no qual a interação entre os alunos seja estabelecida junto com a criação do espírito solidário, explicou Cláudio Freitas Leal, um dos idealizadores.

A 1ª Semana do Trote Solidário PUCiano prevê uma programação especial, que será realizada ao longo da semana, no período das aulas. Uma das atividades será o já tradicional ‘pedágio’, porém, em vez de o dinheiro arrecadado ir parar num caixa de bar, ele será entregue para a Casa Resgate Vida, exemplificou a estudante Sergina Maria Neta.

Entre as metas estabelecidas pelos alunos do 4º semestre dos cursos de Ciências Econômicas - Comércio Internacional e Administração, estão a arrecadação de alimentos não perecíveis, materiais de limpeza e de higiene pessoal.

 

Programação do trote

Na segunda-feira, 9, a equipe Leão 13 preparou o que denominou de Aula Magna, quando pretendem explicar o que é o Trote Solidário e apresentar o calendário das atividades.

Já na terça-feira, 10, uma organização chilena que realiza trabalhos voluntários na América Latina construindo moradias para pessoas que vivem em vulnerabilidade social, ministrará uma palestra sobre o seu programa Um Teto para o Meu País.

De acordo com o estudante Ulisses Codognotto, um dos organizadores da iniciativa, a idéia é apresentar a ação chilena para atrair mais voluntários, já que a cidade de São Paulo já é contemplada pelo trabalho, apontou.

Na quinta-feira, 11, apenas ocorrerá o pedágio, cuja arrecadação será entregue à Casa Resgate Vida no sábado, 13, quando as atividades serão encerradas com uma caminhada em grupo, a partir das 10h.

Mas antes, na sexta-feira, 12, os calouros devem visitar a ONG (Organização Não Governamental) Grupo Vida e entregar presentes, angariados por meio do programa Adote Um Velhinho, além de dar carinho e uma boa conversa aos idosos do local. Um show sertanejo também está previsto para animar o dia.

A PUC Barueri

Fundada em 21 de agosto de 2007, a unidade Barueri da PUC-SP recepção status de campus, com aprovação do MEC (Ministério da Educação) para a abertura de graduação.

Atualmente, a unidade oferece curso de graduação de Administração, Ciências Econômicas com ênfase em Comércio Internacional, Psicologia e Fisioterapia.

Já na área de especialização Lato-Sensu, ministra os cursos em Direito Processual Civil, Engenharia de Software, História, Sociedade e Cultura, MBA em Controladoria e Psicopedagogia.

Já Normas Internacionais de Contabilidade, Oficinas de Artes em Instituições de Saúde: Terapêutica Expressiva e Criativa, Planejamento Contábil Tributário, Português Instrumental: Produção de Textos Acadêmicos, Psicologia Hospitalar, A Imaginação Infantil e a Arte-Educação:

Abordagens Teóricas e Formulação de Práticas e Italiano Instrumental, são cursos oferecidos pela Coordenaria de Extensão da universidade.

O campus em Barueri fica na av. Pastor Davino dos Reis, 786. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 4706-4293 ou pelo site www.pucsp.br

Fonte: Jornal Notícias,  Barueri



Escrito por PUC Livre às 13h52
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 What's Good for Business?

Catholic social teaching is a treasure, but there is an obstacle to naming it. The word “Catholic” does not speak well to students in Catholic universities, either in the United States or in Europe. To many young people the word suggests “what one may not do,” especially prohibitions with regard to sex. Teenagers are naturally rebellious, so given the church’s overemphasis on sexual ethics and its own sexual abuse scandals, it does not help to call an emphasis on moral or ethical principles Catholic. The label can be a hindrance. For this reason, many professors explain the social principles without identifying them as Catholic. They judge that communicating the content of the teaching is more important than identifying its origins. That is unfortunate, because the church’s influence and the authors of the teaching deserve to be known. Many instructors wait until after their students begin to appreciate the social principles; then they reveal their origins in Catholic tradition.

For similar reasons some Catholic universities do not explicitly acknowledge their Catholic roots in their mission statements, although they certainly do not try to keep them a secret. To many in our rationalistic, postmodern nation, the word “Catholic” does not suggest free inquiry and a willingness to ask tough questions, which are at the heart of any university. Pope Benedict XVI may be gradually changing that perception. Meanwhile, most Catholic universities settle for simply indicating their Dominican, Mercy, Benedictine, Jesuit or diocesan origins even as they highlight ethics and social responsibility in their curricula.

Fonte: America

Comentário do Editor( Antonio Carlos). O cenário no Brasil não parece ser diferente. Em Perdizes, por ex, uma forma peculiar de pluralismo exclui a rica tradição da Doutrina Social das salas de aula.

Para ler o artigo completo clique aqui



Escrito por PUC Livre às 11h46
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Estudante entra em coma alcoólico durante trote em Leme

Um calouro do curso de medicina veterinária foi levado para a Santa Casa de Leme, a 189 quilômetros da capital, em estado de coma alcoólico, nesta segunda-feira. Bruno Ferreira, de 21 anos, participava de um trote aplicado por veteranos da Faculdade Anhanguera. Segundo informações de estudantes que presenciaram o trote, alguns veteranos agrediram os alunos e deram um banho nos calouros com animais mortos e estrume. Os estudantes também foram obrigados a comer ração de cachorro, nadar na lama e ingerir muitas bebidas alcoólicas.

Ferreira estava desacordado e sentado em uma cadeira amarrada ao poste. Ele foi chutado, caiu no chão e bateu a cabeça. A Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local. Alguns alunos socorreram o calouro que foi levado para a Santa Casa. Ele foi medicado e permanece em observação.

A Polícia Civil informou que vai investigar os fatos e procurar os autores do trote. A diretora geral do Centro Educacional Anhanguera, Viviani Gomes, informou que repudia o que aconteceu e também vai abrir um processo administrativo para averiguar o caso e identificar os autores, que deverão ser expulsos do centro.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 11h26
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   Nota de falecimento

Prof. Antonio Carlos Lopes Alvares
Prezados(as) Professores(as)
Comunicamos a todos o falecimento do Prof. Antonio Carlos Lopes Alvares, Coordenador do Curso de Ciências Atuariais, ocorrido no último sábado, dia 7 de fevereiro.
O Prof. Lopes sempre será lembrado como um professor que incentivou o nome do Curso de Ciências Atuariais da PUC/SP, firmando parcerias inclusive com instituições de ensino do exterior.
 
Direção da FEA e Depto. de Atuária e Métodos Quantitativos - PUC/SP


Escrito por PUC Livre às 09h30
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Na luta por seus direitos, professores da UNIb voltam à greve

Os professores da Universidade Ibirapuera retomaram a greve nesta quinta-feira, 5/2, com uma manifestação na entrada das duas unidades para alertar a sociedade sobre o descaso da instituição com o corpo docente, que não recebe salários desde novembro do ano passado.

Depois de ter feito proposta de acordo com chancela do sindicato patronal (SEMESP), que foi aceita pelos professores em assembleia, a UNIb sequer pagou o primeiro compromisso previsto no documento. E pior: agora vem alardeando por aí que não propôs qualquer tipo de acordo. Mas basta ver o e-mail enviado para o SINPRO-SP, para saber quem não está falando a verdade nessa história.

A retomada da greve é, portanto, a única maneira de pressionar os mantenedores a cumprir a proposta que eles mesmos fizeram para o pagamento do que devem.

O movimento dos professores contou com as presenças do deputado estadual Carlos Gianazzi, no campus Chácara Flora, e do vereador Eliseu Gabriel, no campus de Moema, que manifestaram total apoio à luta dos docentes da UNIb.

Intimidação
Durante a manifestação nas duas unidades, representantes da universidade tentaram intimidar os professores e diretores do SINPRO-SP filmando toda a movimentação. Além disso, instalaram faixas próximas às colocadas pelo Sindicato dizendo que os professores “não estavam em greve”, (veja foto) com o objetivo de mascarar a situação para os alunos que chegavam ao local.

No campus Chácara Flora, a presença ostensiva de policiais (em torno de 10 viaturas) destoava da manifestação pacífica e democrática dos professores. O deputado Carlos Gianazzi afirmou que vai pedir esclarecimentos oficiais do Comando da PM e do governo do Estado sobre a razão de tantos policiais no local.

Nova manifestação
Nesta segunda-feira, dia 9, a partir das 18 horas, haverá novas manifestações nas duas unidades da UNIb. Os professores estão em greve, lutando para que seus direitos sejam respeitados.

Fonte: Sinpro



Escrito por PUC Livre às 12h51
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Bom inicio de vida universitária

Pró-Reitoria de Cultura e Relações Comunitárias saúda os calouros 2009 da PUC-SP e deseja que esse momento transforme-se em um marco importante de sua trajetória pessoal, um contínuo processo de formação em estudos superiores que não mais cessará em suas vidas. A PUC-SP tem como diferencial o ensino de excelência, respaldado na pesquisa e na extensão produzidas pelos seus docentes e pelos alunos veteranos de graduação e pós-graduação. Busque inserir-se neste contexto, conheça e viva da melhor maneira nossa Universidade.

Colabore com e para a PUC-SP manter-se como a melhor universidade privada do Estado de São Paulo, e para que ela seja uma instituição de ensino identificada com o desenvolvimento social da cidade e do país e o incremento da cidadania crítica.

Prof. Helio Roberto Deliberador
Pró-Reitor de Cultura e Relações Comunitárias da PUC-SP

Comentário do Editor(Antonio Carlos): Gostei muito da pagina e, também, das atividades programadas para os Calouros 2009. É um bom sinal,..., ficaremos, como sempre, atentos elogiando e criticando, sempre pensando no Bem Comum.



Escrito por PUC Livre às 12h47
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Nas federais, só 25% das matriculas são noturnas

É tudo ao contrário mesmo.

Nas universidades privadas, onde estudam três em cada quatro universitários brasileiros, quase 70% das matrículas são noturnas.

Nas federais, só 25%, mostra o Censo da Educação Superior 2007.

A lógica é simples: quem trabalha não pode se dar ao luxo de estudar de dia. Logo...

Aumentar a oferta de cursos noturnos é um dos desafios para os reitores das universidades federais.

A medida é estimulada pelo Reuni, o programa de expansão das federais bancado pelo MEC.

No discurso, os reitores são favoráveis. Pena que a máquina é lenta.

De 2006 para 2007, as matrículas nas federais cresceram 4,4%, sendo 4,1% nos cursos diurnos e 5,3% nos noturnos.

Já é um começo, mas em descompasso com a realidade.

No setor privado, é a demanda que dita as regras: enquanto as matrículas diurnas aumentaram 2,6%, as noturnas subiram 6%.

Veja os números:

Matrículas nas instituições federais (em 2007):

Total: 615.542 (+ 4,4%)
Diurnas: 458.261 (+ 4,1%)
Noturnas: 157.281 (+ 5,3%)

Matrículas nas instituições privadas (em 2007):

Total: 3.639.413 (+ 5%)
Diurnas: 1.094.449 (+ 2,6%)
Noturnas: 2.544.964 (+ 6%)

Fonte: Demétrio Weber, O Globo



Escrito por PUC Livre às 09h00
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Escrito por PUC Livre às 08h54
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      Se il realismo di Niebuhr arriva alla Casa Bianca

In un colloquio di qualche tempo fa con David Brooks, uno dei più noti tra i commentatori politici conservatori del "New York Times", il neoeletto presidente Obama ha ricordato Reinhold Niebuhr come uno dei suoi autori preferiti (1).

Niebuhr, figura poco nota in Italia, è stato un teologo protestante, insegnante di etica sociale alla Columbia University di New York, che ha avuto una grande influenza sulla cultura politica nordamericana almeno a partire dal 1932, anno nel quale pubblicò "Uomo morale e società immorale", sino al 1971, anno della sua morte. Al suo realismo politico si sono riferiti intellettuali e politici, conservatori e liberali.

Hans Morgenthau e George Kennan, i più noti tra i liberali conservatori che nell'immediato dopoguerra elaborarono quell'insieme di motivazioni che avrebbero costituito il riferimento intellettuale di molti americani negli anni della guerra fredda, della contrapposizione al blocco sovietico, si riferirono esplicitamente a Niebuhr e al suo realismo politico (2).

D'altra parte anche Martin Luther King, certamente non un conservatore, fu particolarmente sensibile alle critiche di Niebuhr all'ottimismo della cultura liberale e all'idea che la giustizia potesse essere realizzata attraverso esortazioni morali: egli riconobbe che doveva a Niebuhr la consapevolezza della profondità e della persistenza del male nella vita umana (3).

Obama, intervistato da Brooks, affermava di dovere a Niebuhr "l'idea irrefutabile che c'è il male vero, la fatica e il dolore nel mondo. Noi dovremmo essere umili e modesti nel nostro credere di poter eliminare queste cose. Ma non dovremmo usarlo come scusa per il cinismo e l'inattività".

  Gianni Dessì

Para ler o artigo completo clique aqui



Escrito por PUC Livre às 09h50
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Dream Song 14: Life, friends, is boring, John Berryman
Life, friends, is boring. We must not say so.
After all, the sky flashes, the great sea yearns,
we ourselves flash and yearn,
and moreover my mother told me as a boy
(repeatedly) 'Ever to confess you're bored
means you have no

Inner Resources.' I conclude now I have no
inner resources, because I am heavy bored.
Peoples bore me,
literature bores me, especially great literature,
Henry bores me, with his plights & gripes
as bad as achilles,

Who loves people and valiant art, which bores me.
And the tranquil hills, & gin, look like a drag
and somehow a dog
has taken itself & its tail considerably away
into mountains or sea or sky, leaving
behind: me, wag.


Escrito por PUC Livre às 09h14
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2009 - ano difícil e de luta

Estamos de volta ao trabalho. 2009 será um ano especialmente particular. Estará envolto pela crise econômica.
 Em setembro de 2008, desmoronou o sistema financeiro dos EUA. Logo se revelou uma derrocada mundial. O capitalismo evidenciou a crise de superprodução mundial. A recessão ganhou forma e força. A ilusão do propagandeado "crescimento sustentável" veio abaixo. Todas as previsões de crescimento mundial para 2009 afundaram repentinamente. A hipótese de que China, Índia, Brasil e Rússia resistiriam e garantiriam um desempenho positivo logo se mostrou inviável. As novas previsões apontam para 2009 imerso na recessão. O que significa quebra econômica de proporções incalculáveis.
As demissões em massa ressaltam como principal sintoma. Estimam-se mais 30 milhões de novos desempregados. O exército de desempregados será de 230 milhões. O plano internacional de redução da miséria absoluta esboroa.
No Brasil, a primeira pancada foi de mãos pesadas. Grandes empresas têm a fórmula pronta - reduzir salários. Não faltam fórmulas: redução da jornada com redução salarial, suspensão temporária, banco de horas. A burocracia sindical, em nome dos trabalhadores, está aí para apoiar os patrões.
 Os assalariados pagaram com alta produtividade o ciclo de crescimento e agora pagam com desemprego e redução salarial o ciclo recessivo. Ou teremos luta em defesa do trabalho e dos salários, ou a miséria avançará em passos largos.
Não haverá atividade econômica vinculada à vida das massas que se livrará dos impactos da crise. A universidade, por mais elitizada que esteja, não está "descolada" desse contexto. Refletirá o retrocesso da classe média, que, se não imaginou estar vivendo no paraíso, ao menos se sentiu perto dele.
As máscaras de um Brasil que vence a pobreza e a miséria, que avança na elevação cultural dos pobres e oprimidos, que preza pela igualdade de condições e cidadania, não resistirão à verdade da realidade social. A universidade vem perdendo relevância a cada passo de distanciamento dessa verdade. Somente voltando-se para a vida social, para a defesa das necessidades e reivindicações dos explorados, a universidade dará um passo em busca de um novo sentido e uma nova razão de ser.
É parte das contradições e da crise histórica do capitalismo o recrudescimento das tendências bélicas. A guerra de dominação imperialista contra o Iraque e Afeganistão expressa estas tendências. A ofensiva militar do Estado de Israel contra a Faixa de Gaza reforça as saídas militares para os conflitos. A liberdade de forças poderosas massacrarem os palestinos é a demonstração do avanço da barbárie. Quando a opressão chega ao ponto de se perder limites é porque a barbárie chegou a um estágio avançado. A luta contra as tendências bélicas do capitalismo, do imperialismo e do colonialismo passou inteiramente para as mãos dos trabalhadores e da juventude. A universidade deve ficar do lado dos povos oprimidos.

Diretoria da Apropuc

Comentário do Editor(Antonio Carlos): O site é novo, bem organizado e de fácil navegação. Já as idéias continuam as mesmas ... estamos falando, naturalmente, da Apropucsp.  O ano promete...



Escrito por PUC Livre às 08h59
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Matrícula em cursos tecnológicos cresceu 390% em cinco anos

A valorização dos cursos superiores de tecnologia é uma tendência atual, revelada pelos dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação esta semana. Mais voltados para o mercado de trabalho, os cursos parecem ter conquistado seu espaço na sociedade brasileira, historicamente marcada pela valorização dos bacharéis.

O número de alunos que ingressaram em cursos de tecnologia cresceu 390% de 2002 a 2007, passando de 38.386 para 188.347. Foi o maior crescimento de matrículas registrado no período. Só na rede federal, os cursos passaram de 146 em 2002 para 331 em 2007.

Os dados do Censo da Educação Superior devem ser ainda mais favoráveis à educação profissionalizante nas próximas edições. Isso porque o censo de 2007 ainda não reflete a expansão da rede federal nem a criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, nos quais 30% das vagas estarão reservadas a cursos superiores de tecnologia.

A expansão é a maior da história do país. Até o final de 2010, a rede federal contará com, no mínimo, 354 escolas técnicas. Em 2005, ano do início da expansão, eram 140.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 10h31
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Federal do Rio Grande do Sul matricula morador de rua

Terminou às 15h, três horas antes do final do prazo, a angústia do morador de rua e cotista Geovan Sousa de Araujo, 38 anos. Acompanhado por um batalhão de fotógrafos, e portando os certificados de escolaridade exigidos pela universidade, o estudante efetuou a matrícula no curso de bacharelado em Matemática. Os documentos foram expedidos esta manhã e enviados pelo governo do Piauí, que se mobilizou desde a noite de ontem, quando ficou sabendo da situação do vestibulando.

- Ainda hoje estou pasmo. Até ontem estava sem esperança - afirma Geovan.

O reitor em exercício da UFRGS, Rui Oppermann, confirmou que o morador de rua Geovan de Sousa, poderia se matricular no curso de Matemática. Ele não conseguiu juntar a documentação necessária para fazer o procedimento na terça-feira porque os papéis ficaram presos na burocracia da Secretaria de Educação do Piauí, Estado onde cursou o Ensino Médio.

Araujo recebeu a notícia de que poderia se matricular ainda antes do meio-dia. Ele disse estar tranquilo, depois de toda a angústia passada ontem. O piauiense prometeu lembrar do esforço que foi feito para permitir seu ingresso no Ensino Superior.

- Talvez no futuro eu possa compensar todo esse desafio, dando uma resposta satisfatória a vocês, à família e à sociedade - diz Geovan

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 10h23
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PRA QUE SERVE CHEFE DE DEPTO?

Para quem passou janeiro acompanhando o trabalho dos coordenadores de curso  esta é uma pergunta pertinente. Cabe aos coordenadores todo o trabalho pesado: entrevista com os alunos transferidos,   equivalência de disciplinas,  planos de estudos dos alunos, programas das disciplinas, entre outras  atividades sempre urgentes.  Durante o período letivo  o trabalho não é menos árduo.   

O curioso é que apesar do papel fundamental do coordenador de curso  no dia a dia da  Universidade, ele não recebeu o reconhecimento devido no Estatuto e  tão pouco, segundo a radio peão, no Regimento em discussão.

Parece difícil aposentar o esquema Casa Grande & Senzala .

O Editor(Antonio Carlos)



Escrito por PUC Livre às 13h30
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Ensino superior teve 50% das vagas ociosas em 2007

Cerca de 50% das vagas em ensino superior criadas em 2007 não foram preenchidas, segundo o Censo da Educação Superior 2007, divulgado hoje pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Foram criadas 194.344 em 2007, um total muito acima do crescimento no número de alunos que ingressaram na graduação, que chegou a 97.100. Em números gerais, foram oferecidas 2.823.942 vagas em todo o País.

O aumento do grau de ociosidade, avalia o Inep, pode ser atribuído às instituições privadas, que ofereceram um total de 1.311.218 vagas. Em contrapartida, houve diminuição no número de vagas oferecidas nas instituições públicas estaduais e municipais. O menor índice de vagas ociosas foi verificado nas instituições federais: um total de 3.400.

O estudo ainda indica que o maior número de faculdades (92,5%) e de centros universitários (96,7%) está vinculado ao setor privado. As universidades estão distribuídas em proporção aproximada entre setor público e privado, 52,5% e 47,5%, respectivamente.

No Brasil, há 2.281 instituições de educação superior, 23.488 cursos e 4.880.381 estudantes - e desses 1.481.955 são ingressantes. A coleta de informações se deu em 2008, tendo como referência os dados de 2007.

Fonte: O Estadão



Escrito por PUC Livre às 20h16
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Desobediência resguardada pela lei

Os professores da São Marcos, em greve desde o final do ano passado, continuam sendo assediados pela direção da instituição. Na sexta-feira, dia 30 de janeiro, receberam e-mail da secretária geral Liane Martins cujo conteúdo chega a ser acintoso: devem entregar diários de classe e notas do segundo semestre de 2008 para que sejam resolvidas “as pendências acadêmicas dos alunos”.

Trata-se de mais uma irregularidade e os professores não devem ceder à pressão. Sua desobediência é respaldada pela Lei, já que não se pode fazer exigências funcionais ao trabalhador em greve. O que a São Marcos está cometendo é “crime contra a organização do trabalho”. E o Sindicato já pensa em levar o caso à Justiça, engrossando o volume de denúncias contra a instituição.

Fonte: Opinião da diretoria, Sinpro-sp



Escrito por PUC Livre às 20h05
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MEC: evasão é maior em universidades privadas

As instituições privadas de ensino superior, onde estudam três em cada quatro universitários brasileiros, têm, proporcionalmente, menos estudantes concluindo seus cursos: apenas 55,4% do total. É o que mostra o Censo da Educação Superior 2007, divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). A taxa de conclusão mais alta é das universidades federais, com 72,6%.

O cálculo leva em conta o número de estudantes que ingressaram quatro anos antes e o total de concluintes, isto é, os alunos que chegaram ao fim do curso em 2007. A média nacional ficou em 58,1%, sendo mais alta nas universidades públicas (63,8% nas estaduais e 62,4% nas municipais) do que nas privadas.

O indicador dá uma ideia do tamanho da evasão dos alunos, embora não seja um cálculo preciso. A partir deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do MEC, pretende adotar um novo modelo de coleta de dados que listará o nome dos universitários e sua trajetória acadêmica, a exemplo do que já ocorre no ensino básico.

O presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, disse que a evasão universitária está ligada, de um lado, à troca de cursos no início da faculdade e, de outro, a dificuldades para pagar as mensalidades.

O censo revela que o país tinha 4.880.381 universitários em 2007, o que representa um crescimento de 4,4% em relação ao ano anterior. Desse total, o setor privado respondia por 3.639.413 matrículas (74,57% do total), ante 615.542 nas federais (12,61%), 482.814 nas estaduais (9,9%) e 142.612 nas municipais (2,92%).

Expansão de matrículas nas federais está crescendo

As instituições federais, mantidas pelo MEC, apresentaram uma taxa de expansão de matrículas de 4,4%, igual à média nacional e quase a mesma do setor privado, que cresceu 5%. A diferença, no entanto, é que as matrículas nas federais estão em ascensão, enquanto o ritmo de expansão nas privadas vem caindo.

O crescimento de 4,4% nas federais é o maior desde 2003, quando essas instituições registraram aumento de 6,7%. Naquele ano, o setor privado deu um salto de 13,3%. Em 2006, porém, as matrículas nas instituições particulares cresceram 6,3% e 1,8% nas federais.

Fernandes lembrou que o censo divulgado ontem contém informações de 2007 que ainda não captam os resultados do Reuni, o programa de expansão das universidades federais.

A participação do setor privado nas matrículas do ensino superior, no entanto, segue aumentando: de 70,76% em 2003, para 74,15% em 2006 e 74,57% em 2007.

O censo mostrou que os cursos tecnológicos continuam crescendo: de 278.727 matrículas, em 2006, para 347.856, em 2007 (mais 24,8%). O mesmo ocorre no ensino de graduação a distância, que passou a responder por 7% do total de universitários do país, subindo de 207.206, em 2006, para 369.766, em 2007.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 16h15
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Entre as dez maiores universidades do país, apenas três são públicas, mostra censo do MEC

As maiores universidades do país estão concentradas nas mãos da iniciativa privada, segundo revelou o Censo da Educação Superior 2007, do MEC (Ministério da Educação). Os dados divulgados nesta terça-feira (3) mostram que, das dez instituições com mais estudantes no país, apenas três são públicas - duas estaduais e uma federal.

O título de maior instituição de ensino, pelo número de estudantes matriculados, ficou nas mãos da Unip (Universidade Paulista), cuja sede é em São Paulo. Ao todo, a universidade tinha 145.498 alunos em 2007.


A USP (Universidade de São Paulo), maior instituição pública de ensino superior, aparece apenas na sexta colocação entre as maiores instituições, com 49.774 estudantes.

As outras duas universidades públicas que aparecem na lista são a Unesp (Universidade Estadual Paulista), no nono posto, com 32.204 matriculados em 2007; e a UFPA (Universidade Federal do Pará), em décima colocação com 32.092 universitários.

Regiões das maiores universidades

As maiores instituições de ensino estão concentradas na região Sudeste, que tem oito das dez maiores universidades. O Rio Grande do Sul e o Pará entram na lista, cada qual com uma instituição de ensino.

As dez maiores instituições de ensino superior do Brasil, de acordo com os dados do MEC, são responsáveis por 13,9% de todas as matrículas no país.

Nível dos professores

São as universidades que detêm a maior parte dos professores com doutorado (35%). Nas faculdades, predominam os professores que estudaram até a especialização, ou seja, possuem nível de qualificação acadêmica mais baixo.

A maior parte dos professores de ensino superior do país, 41,4%, tem apenas graduação ou especialização. O censo mostra também que 35,6% dos docentes de ensino superior têm mestrado, e que 23% dos profissionais têm doutorado

IESLOCALIZAÇÃOREDEMATRÍCULASCONCLUINTES
Universidade Paulista
São Paulo/SPPrivada145.49824.789
Universidade Estácio de SáRio de Janeiro/RJPrivada116.95917.093
Universidade Nove de JulhoSão Paulo/SPPrivada84.3984.573
Universidade Bandeirante de São PauloSão Paulo/SPPrivada69.0749.385
Universidade Presidente Antônio CarlosBarbacena/MGPrivada57.29110.953
Universidade de São PauloSão Paulo/SPPública49.7746.734
Universidade Salgado de OliveiraSão Gonçalo/RJPrivada47.8539.469
Universidade Luterana do BrasilCanoas/RSPrivada43.6205.670
Universidade Estadual Paulista Júlio de MesquitaSão Paulo/SPPública32.2045.803
Universidade Federal do ParáBelém/PAPública32.0924.557

 

 Fonte: UOL on line

 

 



Escrito por PUC Livre às 16h04
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USP tem a menor proporção de aluno da rede pública desde 99.

Mesmo com a ampliação de seu programa de inclusão, a Universidade de São Paulo (USP) teve no vestibular de 2009 a menor procura em dez anos de jovens que estudaram em escolas públicas. Segundo dados da Fuvest, 31,3% dos candidatos deste ano cursaram a rede municipal, estadual ou federal. Um índice menor - 30,8% - só tinha sido registrado em 1999. Apesar disso, a quantidade de estudantes desse grupo que passou para a segunda fase do exame atual foi a mais alta no período.

A lista de aprovados da Fuvest para as 10.657 vagas sai na próxima quarta-feira. Entre os 36 mil que participaram da segunda etapa, 10.992 (28,7%) eram estudantes da rede pública. O segundo maior porcentual havia sido em 2008, com 27,2%, mas foram apenas 776 alunos a menos.

Esse aumento, segundo especialistas, pode ter sido motivado pelo programa de inclusão da USP, o Inclusp, criado em 2006. Em 2009, as notas desse grupo puderam ser até 12% mais altas que as do restante dos candidatos (foram dados 3% para todos os estudantes de escola pública, 6% para os que, dentre eles, fizeram o Enem e outros 3% pelo desempenho em uma avaliação no fim do ensino médio, feita pela primeira vez em 2008).

"Isso ajuda, mas não resolve. A baixa autoestima e atrativos como o ProUni (Programa Universidade para Todos) fazem com que eles nem tentem a Fuvest", diz a coordenadora do Cursinho da Poli - que tem 80% de seus alunos oriundos de escolas públicas - Alessandra Venturi. Ela se refere ao programa do governo federal que dá bolsas a alunos carentes em universidades privadas e, desde sua criação em 2005, vem sendo apontado como o motivo pela falta de interesse desse grupo em instituições públicas. Cerca de 430 mil estudantes já receberam bolsas do ProUni, 70% delas integrais (mais informações nesta página).

Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi também registrado neste ano o índice mais baixo, desde 2002, de candidatos vindos de escolas públicas (26,3%). A instituição também tem um programa de inclusão, com bônus para carentes. "Até o ProUni ser criado, a única opção de ensino gratuito eram as universidades públicas", diz o coordenador do vestibular da Unicamp, Leandro Tessler. "O importante para esses alunos é entrar em uma faculdade de graça, poder estudar perto de casa, não precisar deixar o emprego e ter um título", completa a vice-diretora da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco.

Em entrevista ao Estado há uma semana, a reitora da USP, Suely Vilela, anunciou um programa, que começa em fevereiro, para levar alunos do ensino fundamental (1ª a 8ª série) para conviver no ambiente da universidade. Segundo ela, os resultados do Inclusp mostram que não adianta apenas fazer programas para alunos do ensino médio.

Entre 2008 e 2009, a Fuvest teve quase 3 mil candidatos a menos oriundos de escolas públicas. Em 2006, o vestibular chegou a ter 72 mil estudantes com esse perfil; em 2009 foram 43 mil. Neste ano também, a Fuvest registrou o número total mais baixo de inscritos em 11 anos - vindos de particulares ou públicas. O aumento de cerca de 200% no número de vagas nos últimos anos no ensino superior, inclusive em instituições públicas, também é apontado como razão para a menor procura nas instituições paulistas. A quantidade de estudantes que cursam e concluem o ensino médio no País também tem diminuído. Atualmente, só cerca de 50% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio.

Fonte: O Estado

Comentário do Editor: O melhor retrato das desigualdades e privilégios existentes nos tristes trópicos. Somente por estas bandas  isto  é  considerado normal, um exemplo da meritocracia brasileira. Ricos e pobres no édem tropical. 



Escrito por PUC Livre às 09h10
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"Não se deve temer dinheiro privado", afirma diretor da Faculdade de Direito

Para João Grandino Rodas, diretor da Faculdade de Direito da USP, doações privadas não substituem a obrigação do governo de investir na instituição.
No cargo desde 2006, Rodas diz também que é preciso aderir ao ensino a distância para aumentar a abrangência da faculdade (que recebe anualmente 460 novos alunos em São Paulo e cem no campus de Ribeirão Preto) e que, para fazer jus ao nível de alunos que passam no vestibular da Fuvest, a instituição precisa de mais rigor nas avaliações.

FOLHA - Quem cursou universidade pública deve recompensar o contribuinte?
JOÃO GRANDINO RODAS
- Eu acho que sim. As mensalidades das faculdades mais simples custam R$ 800, R$ 1.000. O que sugerimos é, por ano, doação equivalente a um mês de uma faculdade barata de direito.
Mas há várias formas de ajudar: com dinheiro, uma habilidade, pondo-se a serviço. Acho que só o fato de dar aula na universidade, com os salários universitários, a infraestrutura universitária, é uma retribuição.

FOLHA - Por outro lado, há quem tema que a abertura para o dinheiro privado seja um caminho para o governo se desobrigar de investimentos em universidades públicas ou até para a privatização.
RODAS
- Em primeiro lugar, buscamos no poder público tudo o que ele possa dar. Mas não se deve ter medo de, para atingir objetivos, buscar dinheiro privado, desde que eles [os doadores] não tenham interferência na concepção do projeto pedagógico e de pesquisa da escola. Não é privatização. É doação de verbas que são colocadas a serviço público.

FOLHA - Mas o público tem acesso?
RODAS
- A USP recebe cada vez mais uma classe média menos dotada economicamente. Não há dados, mas nota-se claramente isso. Mas é importante que também que se façam mais políticas [para ampliar a inclusão]. A virtualidade vai aumentar as vagas da universidade pública brasileira no futuro.

FOLHA - E isso é bom?
RODAS
- Educação semipresencial é uma tendência. Se for bem feito, é bom. O número de alunos a médio e longo prazo aumentará pelas ferramentas virtuais. Essa história de que só se aprende numa classe não é universal. E hoje não é um simulacro achar que os alunos frequentam, quando muita gente não frequenta as aulas?

FOLHA - Aqui também [muita gente não frequenta]?
RODAS
- Aqui também. É simulacro. É um simulacro pensar que o professor dá aula. Quantos professores vão lá e matam o tempo todo?

FOLHA - Aqui também?
RODAS
- Aqui também. Entendeu? Mas estamos apegados à forma de que, se você não for para a aula, não sentar lá e não ouvir o professor falar... [Com aulas por videoconferência], o professor não poderá simplesmente chegar na sala e dizer: "Ontem eu fui ao fórum, li uma ação tal, e o juiz falou isso..." Ele vai ter que preparar a aula dele.

FOLHA - Consegue-se burlar o controle de frequência na faculdade?
RODAS
- Muito provavelmente, no Brasil inteiro, em todos os lugares, essa avaliação [de presença] acaba sendo mais pró-forma. Mesmo quando existe, muitos dos que vão [à aula] vão por obrigação.

FoLHA - O vestibular é justo?
RODAS
- O vestibular da Fuvest tende a escolher os melhores alunos. Entretanto, tenho meditado: nós recebemos os melhores alunos, portanto, teríamos que fazer com que a avaliação [ao longo do curso] fosse um pouco mais séria, mais rígida. Porque a gente recebe os melhores e, se a avaliação fosse mais profunda, deveríamos devolver os melhores.
É óbvio que devolvemos muitíssimos bons, mas aquela homogeneidade que recebemos dos melhores não se repete na outra ponta.

FOLHA - Por quê?
RODAS
- Há uma tradição, que não é só nossa, é brasileira, do extremo paternalismo que o professor tem com o aluno. Isso não é mais possível. Você coloca no mercado uma pessoa formada com sua chancela, você tem obrigação de ter testado essa pessoa.
Isso até mesmo do prisma do direito do consumidor, para demonstrar claramente que nós estaríamos, se não devolvendo ao mercado alguém melhor, mas pelo menos tão bom quanto entrou.

Comentário do Editor:  O diretor demonstra coragem ao reconhecer o que todos comentam ser a pratica na sua Faculdade. Contudo, sua obrigação como funcionário público  é evitar que isto ocorra.  Ele esquece que sua instituição é financiada com recursos públicos. 



Escrito por PUC Livre às 00h40
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Direito da USP recorre a ex-alunos para bancar obras

A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no largo São Francisco, está arrecadando dinheiro entre ex-alunos para reformar e equipar seu prédio principal, construído em 1936.
Com doações individuais sugeridas em R$ 1.000, já teve 408 adesões, que somam cerca de R$ 450 mil. Planeja construir seis salas de aula com lousa eletrônica e bancadas individuais (R$ 250 mil cada uma), reformar o salão nobre (R$ 800 mil a R$ 1,5 milhão, a depender das benfeitorias), fazer banheiros no segundo piso (R$ 500 mil), entre outros ajustes.
Representantes de dois ex-alunos bem sucedidos fizeram doações expressivas. O escritório de advocacia Pinheiro Neto e herdeiros do banqueiro Pedro Conde (1922-2003) bancaram obras que já estão em andamento: um auditório, uma sala de aula modelo e banheiros novos (com piso de mármore ou granito branco). O custo total é estimado em R$ 2 milhões.
"O projeto não é só de dinheiro, mas de congraçamento entre quem estudou aqui, para que a faculdade seja um centro irradiador de conhecimento", diz João Grandino Rodas, diretor da faculdade, que refuta a ideia de que a "vaquinha" possa abrir precedente para que o governo reduza investimentos (leia entrevista na página C4).
Há também dinheiro público na repaginação. A reitoria da USP liberou quase R$ 4 milhões para a reforma (já em curso) do segundo anexo do prédio, que abrigará funções administrativas.

Biblioteca
A Faculdade de Direito também criará uma biblioteca em terceiro prédio anexo, de 11 andares, que está em processo de desapropriação. A consulta ao acervo, que continuará aberta ao público, também poderá ser feita aos finais de semana.
Outra mudança "para muito breve", diz Rodas, é a reforma do próprio largo São Francisco. "A Prefeitura de São Paulo plantará palmeiras e trocará a calçada", diz Rodas.

Fonte: FSP



Escrito por PUC Livre às 00h21
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MEC determina aumento de 160% a professores de federais

O Ministério da Educação (MEC) determinou na sexta-feira à Universidade de Brasília (UnB) que aumente o salário dos professores substitutos em 160%, o que elevará o piso da categoria para R$ 1.079, no caso de docentes que lecionam 20 horas semanais e só têm a graduação. A ordem foi dada pela Secretaria de Educação Superior do MEC, após o GLOBO revelar que professores substitutos da UnB recebem menos de um salário mínimo (vencimento líquido). A Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) também será beneficiada.

O aumento será resultado da incorporação da GAE, gratificação já paga aos docentes de carreira, mas não aos temporários. Segundo o MEC, a UnB e a universidade de Juiz de Fora são as únicas instituições federais de ensino superior que deixavam de pagar a GAE aos substitutos.

A gratificação será substituída em julho pela Gratificação por Tempo de Magistério Superior (GTMS), de valor mais baixo do que a GAE para professores com graduação e mais alto para quem tem aperfeiçoamento, especialização, mestrado ou doutorado. A partir de fevereiro, com o reajuste do salário mínimo para R$ 465, o piso para professores será de R$ 1.209. Isso ocorre porque as universidades complementam o vencimento básico até o valor do mínimo, sobre o qual incide a gratificação.

A UnB alterará os editais em que oferece R$ 383,22 mensais a professores com graduação e jornada de 20 horas. A incorporação da GAE elevará os salários dos substitutos com titulação mais alta e jornada de 40 horas - a UnB está selecionando mestres por R$ 1.290,07, valor que agora subirá 160%.

Fonte: O Globo



Escrito por PUC Livre às 13h19
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USP sobe no ranking e é 87ª melhor universidade do mundo

A Universidade de São Paulo (USP) subiu 26 posições no ranking da Webometrics Ranking of World Universities e ocupou a 87ª posição entre as melhores universidades do mundo. O ranking, que é elaborado pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), da Espanha, leva em consideração os conteúdos disponíveis de cada universidade pela internet, principalmente os de geração e comunicação de conhecimento científico, como forma de avaliar as atividades científicas, seu desempenho e impacto. No ano passado, a USP tinha ocupado a posição de número 113 entre as melhores do mundo.

Este ano, no "Top 500", a Unicamp ocupa o 159º lugar, a universidade de Campinas registrou o crescimento de 53 posições em relação à lista divulgada em julho de 2008. A UFRGS ficou em 285º colocada, a UFRJ que na última pesquisa ocupava a 330º colocação subiu para 299º, a UFSC esta em 304º lugar, a UFMG 356º, a UnB com a 403ª posição é a 10ª maior universidade da América Latina. A PUC-RJ ficou em 448º, já a Unesp em 459º.

Confira abaixo o ranking das 10 melhores universidades brasileiras

1 Universidade de São Paulo (87º)

2 Universidade Estadual de Campinas (159º)

3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (285º)

4 Universidade Federal do Rio de Janeiro (299º)

5 Universidade Federal de Santa Catarina (304º)

6 Universidade Federal de Minas Gerais (356º)

7 Universidade de Brasilia (403º)

8 Pontificia Universidade Católica do RJ (448º)

9 Universidade Estadual Paulista (458º)

10 Universidade Federal do Paraná (601º)

 

Veja abaixo o ranking das 10 melhores universidades da América Latina

1 Universidad Nacional Autónoma de México (44º)

2 Universidade de São Paulo (87º)

3 Universidade Estadual de Campinas (159º)

4 Universidad de Chile (234º)

5 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (285º)

6 Universidade Federal do Rio de Janeiro (299º)

7 Universidade Federal de Santa Catarina (304º)

8 Universidad de Buenos Aires (317º)

9 Universidade Federal de Minas Gerais (356º)

10 Universidade de Brasilia (403º)

Critérios

Para calcular a pontuação da universidade, o instituto faz a média ponderada de quatro critérios baseados no conteúdo dos sites das universidades. A quantidade do material é calculada com instrumentos de busca, Google, Yahoo, Live Search e Exalead.

O critério mais valioso é a visibilidade (50%), medida pelo número de links externos exclusivos recebidos pelo site da universidade.

O segundo de maior peso é o tamanho (20%), medido pelo número de páginas do site da universidade, que indica seu grau da internacionalização.

Outro critério é o número de arquivos (15%) contidos no site da universidade que tenham, na avaliação do instituto, relevância acadêmica e estejam salvos em formato Adobe Acrobat (.pdf), Adobe PostScript (.ps), Microsoft Word (.doc) ou Microsoft Powerpoint (.ppt).

Por último, com peso de 15%, também é considerado o número de documentos, artigos e citações de cada área acadêmica.

Fonte: O Globo

Comentário do Editor: Enquanto isto, voce sabe onde, vários cursos ainda não tem pagina/site e quando tem estão longe do padrão internacional. Depois reclamam... mas a insistência em ficar parado no tempo tem um preço cada vez mais alto. Mais uma tarefa urgente para a nova administração da Universidade.



Escrito por PUC Livre às 13h12
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